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Azedo y Mascabo

Celso Adolfo

Azedo e Mascavo

É um beco estreito
onde eu vou passar
com a minha paixão
a ferramenta é minha mão

Eu choro e canto
eu sou bravo
eu sou azedo e mascavo
eu tô na cruz, eu sou cravo

Eu lavo a terra do chão
tem um joá no meu chão
eu como aqui desse chão

Rimo no mesmo "tão"
alegria com violão
esperança, trabalho e mão

Você já viu meu retrato
eu sou matuto e mato
se gato voa eu sou gato

E eu sou brasa e vulcão
e eu sou luz de vulcão
não te falei disso não

Eu faço é fogo na vida
eu caço é o fogo da vida
eu teço é o fogo e a vida

Eu canto em primeira e terça
quarta, quinta, na sexta
eu trago a minha canção

Rimo no mesmo "tão"
alegria com violão
esperança, trabalho e mão

Você já viu meu retrato
eu sou matuto e mato
se gato voa eu sou gato

Azedo y Mascabo

Es un callejón estrecho
por donde pasaré
con mi pasión
mi herramienta es mi mano

Lloro y canto
soy valiente
soy azedo y mascabo
estoy en la cruz, soy clavo

Lavo la tierra del suelo
hay un joya en mi suelo
como aquí de este suelo

Rimo en el mismo 'tão'
alegría con guitarra
esperanza, trabajo y mano

¿Ya viste mi retrato?
soy campesino y mato
si el gato vuela, soy gato

Y soy brasa y volcán
y soy luz de volcán
no te hablé de esto

Hago fuego en la vida
cazo el fuego de la vida
tejo el fuego y la vida

Canto en primera y tercera
cuarta, quinta, en la sexta
traigo mi canción

Rimo en el mismo 'tão'
alegría con guitarra
esperanza, trabajo y mano

¿Ya viste mi retrato?
soy campesino y mato
si el gato vuela, soy gato

Escrita por: Celso Adolfo