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Esquinas del Tiempo (Blues de Río)

Celso Blues Boy

Esquinas Do Tempo (Blues Do Rio)

Penso demais, nas esquinas do tempo
Perdido na noite dos meus pensamentos
Olho a cidade, ao entardecer
Meus olhos cansados de tudo ver, de tanto ver

Então eu toco um blues, são as notas que choram
feito um açoite é a minha guitarra
no coraçao da noite, no coração da noite

É a vida que passa, de lugar em lugar
é tudo igual, nada pra se lembrar, não, não
olho a cidade, ao entardecer
perambulando sozinho, não tenho você, e aí?

Então eu toco um blues, são as notas que choram
feito um açoite é a minha guitarra
no coração da noite, ohh, no coração...

É a vida que passa, de lugar em lugar
é tudo igual, nada pra se lembrar, não, não
olho a cidade, ao entardecer
perambulando sozinho, não tenho você, e aí?

Então eu toco um blues, são as notas que choram
feito um açoite é a minha guitarra
no coração da noite...

Então eu toco um blues, são as notas que choram
feito um açoite é a minha guitarra
no coraçao da noite, no coração da noite

Esquinas del Tiempo (Blues de Río)

Penso demasiado, en las esquinas del tiempo
Perdido en la noche de mis pensamientos
Miro la ciudad, al atardecer
Mis ojos cansados de verlo todo, de tanto ver

Entonces toco un blues, son las notas que lloran
como un látigo es mi guitarra
en el corazón de la noche, en el corazón de la noche

Es la vida que pasa, de lugar en lugar
es todo igual, nada para recordar, no, no
miro la ciudad, al atardecer
deambulando solo, no te tengo a ti, ¿y qué?

Entonces toco un blues, son las notas que lloran
como un látigo es mi guitarra
en el corazón de la noche, ohh, en el corazón...

Es la vida que pasa, de lugar en lugar
es todo igual, nada para recordar, no, no
miro la ciudad, al atardecer
deambulando solo, no te tengo a ti, ¿y qué?

Entonces toco un blues, son las notas que lloran
como un látigo es mi guitarra
en el corazón de la noche...

Entonces toco un blues, son las notas que lloran
como un látigo es mi guitarra
en el corazón de la noche, en el corazón de la noche

Escrita por: Adailson Pontes / Celso Blues Boy / Maurício Silveira