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Dictadura de la Estética

Celso Pedrini

Ditadura da Estética

Eu tô cansado de pessoas
Que reparam nas roupas que eu uso
Ditadura da estética forma
Esquecem essência e conteúdo

Muitos tentam me vender
Outros pensam em me comprar
Todos querem me fazer uma lavagem cerebral
Só esperam um vacilo
Pra que eu me dê mal!

Tô enojado das artimanhas
Dos que querem me controlar
Com táticas intimidatórias
Ameaçam em me desmoralizar

Eles tentam destruir Minha essência
Não vão conseguir
Eles querem que eu pare de pensar
Pro seu bel prazer me manipular

Eu tô cansado de pessoas
Que reparam nas roupas que eu uso
Ditadura da estética moda
Desprezam essência e conteúdo

Muitos tentam me comprar
Outros pensam em me vender
Todos querem me fazer uma lavagem cerebral
Só esperam um vacilo pra que eu me dê mal!

Eu fico pra da cara com as artimanhas
Dos que tentam me intimidar
Com suas nojentas táticas difamatórias
Pretendem me desestruturar

Eles tentam destruir Minha essência
Não vão conseguir
Eles querem me impedir de raciocinar
E à sua doutrina me subjugar

Dictadura de la Estética

Estoy harto de personas
Que se fijan en la ropa que uso
Dictadura de la estética forma
Olvidan la esencia y el contenido

Muchos intentan venderme
Otros piensan en comprarme
Todos quieren lavarme el cerebro
Solo esperan un error
¡Para que me vaya mal!

Estoy asqueado de las artimañas
De los que quieren controlarme
Con tácticas intimidatorias
Amenazan con desmoralizarme

Intentan destruir mi esencia
No lo lograrán
Quieren que deje de pensar
Para manipularme a su antojo

Estoy harto de personas
Que se fijan en la ropa que uso
Dictadura de la estética moda
Desprecian la esencia y el contenido

Muchos intentan comprarme
Otros piensan en venderme
Todos quieren lavarme el cerebro
Solo esperan un error para que me vaya mal

Me quedo perplejo ante las artimañas
De los que intentan intimidarme
Con sus repugnantes tácticas difamatorias
Pretenden desestructurarme

Intentan destruir mi esencia
No lo lograrán
Quieren impedirme razonar
Y someterme a su doctrina

Escrita por: Celso Pedrini