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Desierto

Cenário Vivo

Deserto

Me olham, me julgam
Pelos erros que cometi
Passado me condena
Mas já me redimi

Falam de amor
Mas não sabem amar
Falam de perdão
Mas não sabem perdoar

No deserto eu te clamo
Ouve minha voz, vem me socorrer
Solitário, esquecido
Põe Tua nuvem, Teu fogo sobre mim

Conhece a minha estrutura e como sou
Eu sei muito bem que sou apenas pó
Sei do Teu amor, e do que fez por mim
Sei do Teu perdão, lembro sempre ao acordar

No deserto eu te clamo
Ouve minha voz, vem me socorrer
Solitário, esquecido
Põe Tua nuvem, Teu fogo sobre mim

Deserto acabou
Eu nunca estive só
Deus sempre esteve aqui

Deserto acabou
Eu nunca estive só
Deus sempre esteve aqui

No deserto eu te clamo
Ouve minha voz, vem me socorrer
Solitário, esquecido
Põe Tua nuvem, Teu fogo sobre mim

No deserto eu te clamo
Ouve minha voz, vem me socorrer
Solitário, esquecido
Põe Tua nuvem, Teu fogo sobre mim

Deserto acabou
Eu nunca estive só
Deus sempre esteve aqui

Deserto acabou
Eu nunca estive só
Deus sempre esteve aqui

Desierto

Me miran, me juzgan
Por los errores que cometí
El pasado me condena
Pero ya me redimí

Hablan de amor
Pero no saben amar
Hablan de perdón
Pero no saben perdonar

En el desierto te llamo
Escucha mi voz, ven a socorrerme
Solitario, olvidado
Pon tu nube, tu fuego sobre mí

Conoce mi estructura y cómo soy
Sé muy bien que soy solo polvo
Conozco tu amor, y lo que hiciste por mí
Conozco tu perdón, lo recuerdo siempre al despertar

En el desierto te llamo
Escucha mi voz, ven a socorrerme
Solitario, olvidado
Pon tu nube, tu fuego sobre mí

El desierto terminó
Nunca estuve solo
Dios siempre estuvo aquí

El desierto terminó
Nunca estuve solo
Dios siempre estuvo aquí

En el desierto te llamo
Escucha mi voz, ven a socorrerme
Solitario, olvidado
Pon tu nube, tu fuego sobre mí

En el desierto te llamo
Escucha mi voz, ven a socorrerme
Solitario, olvidado
Pon tu nube, tu fuego sobre mí

El desierto terminó
Nunca estuve solo
Dios siempre estuvo aquí

El desierto terminó
Nunca estuve solo
Dios siempre estuvo aquí

Escrita por: Flávio Martins