Me Atirar na Orgia
Não se parece, o que parece
É que minha prece pode demorar, demorar
Não tem hora para acabar
E se acabar o tempo
Temo que não poderei
Mais reclamar
E se eu me vestisse de Carmem Miranda
Se eu estreasse cantando A Banda
Se eu escutasse o que a vovó dizia
Rezava um pai nosso e uma ave
(Refrão)
Eu vou me atirar na orgia, eu vou
Me jogar, me jogar, me jogar
Eu vou me atirar na orgia e só
Acordar depois do meio dia
Se no futuro do planeta tudo for igual
Que bom, que bom, que bom
Será o fim da humanidade
Que idade, que idade, que idade você terá
Eu não sei, eu não sei, eu não sei, eu não sei
Se todo o corpo que cresce, perece
Parece que eu me apaixonei pelo nada
Que nada, que nada, ela veio da nada
E com tudo se jogou
(Refrão)
No meio da festa me perdi da alma
Armei um barraco com a nora de Nara
Odara maluca rodou a baiana
E eu terminei com um tapa na cara
E a turma maluco beleza
Toca Raul, toca Raul, toca Raul, toca Raul
(Refrão)
Me Voy a Tirar en la Orgía
No parece lo que parece
Es que mi súplica puede tardar, tardar
No tiene hora para terminar
Y si se acaba el tiempo
Temo que no podré
Más quejarme
Y si me vistiera de Carmen Miranda
Si debutara cantando A Banda
Si escuchara lo que decía la abuela
Rezaba un padre nuestro y un ave
(Coro)
Me voy a tirar en la orgía, yo voy
A lanzarme, lanzarme, lanzarme
Me voy a tirar en la orgía y solo
Despertar después del mediodía
Si en el futuro del planeta todo es igual
Qué bueno, qué bueno, qué bueno
Será el fin de la humanidad
Qué edad, qué edad, qué edad tendrás
No sé, no sé, no sé, no sé
Si todo cuerpo que crece, perece
Parece que me enamoré de la nada
Qué nada, qué nada, ella vino de la nada
Y con todo se lanzó
(Coro)
En medio de la fiesta me perdí del alma
Arme un escándalo con la nuera de Nara
Odara loca dio vueltas la baiana
Y yo terminé con una bofetada en la cara
Y la banda loca belleza
Toca Raul, toca Raul, toca Raul, toca Raul
(Coro)
Escrita por: Tatá Aeroplano, Adalberto Rabelo