Samba, Mulher e Mengo
Ah, que saudade, amigo
Caixinha de fósforos foi sua marcação
Se acaso você chegasse
Eu digo que bom seria
Novamente o formigão
Ah, que saudade
Ah, que saudade, amigo
Caixinha de fósforos foi sua marcação
Se acaso você chegasse
Eu digo que bom seria
Novamente o formigão
Você que frequentou os bancos da universidade
Da calçada
Fazia terra firme dos barrancos
E de cada estranho, um camarada
Entre nós, ficou um descompasso
Na roda do Leblon ao Realengo, ah
No tempo e no espaço
Ficou foi um bom pedaço
Do samba, da mulher e do Mengo
Samba, Mujer y Mengo
Ah, qué nostalgia, amigo
La cajita de fósforos era tu marca
Si acaso llegaras
Te digo que sería genial
Otra vez el formigão
Ah, qué nostalgia
Ah, qué nostalgia, amigo
La cajita de fósforos era tu marca
Si acaso llegaras
Te digo que sería genial
Otra vez el formigão
Tú que frecuentaste los bancos de la universidad
De la acera
Convertías en tierra firme los barrancos
Y de cada extraño, un camarada
Entre nosotros, quedó un desajuste
En la rueda de Leblon a Realengo, ah
En el tiempo y en el espacio
Quedó un buen pedazo
Del samba, de la mujer y del Mengo
Escrita por: César Costa Filho / Ronaldo Monteiro de Souza