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Tú Me Marcaste

Cezar e Paulinho

Você Marcou Pra Mim

Quando eu acordei pela manhã
Tive vontade de apertá-la em meus braços
Só a saudade encontrei em seu lugar
Fui revivendo o nosso amor passo a passo

Em pensamento eu ainda pude ver
Nossos encontros e a nossa primeira vez
Você tremendo, dizendo: Eu te amo
E embaraçando-se na sua timidez

Você marcou demais, como marcou
Me deu amor e paz, depois levou
Tento fingir que foi um sonho e que tudo acabou
Mas é impossível sim, você marcou pra mim

Quando eu acordei pela manhã
Tive vontade de apertá-la em meus braços
Só a saudade encontrei em seu lugar
Fui revivendo o nosso amor passo a passo

Em pensamento eu ainda pude ver
Nossos encontros e a nossa primeira vez
Você tremendo, dizendo: Eu te amo
E embaraçando-se na sua timidez

Você marcou demais, como marcou
Me deu amor e paz, depois levou
Tento fingir que foi um sonho e que tudo acabou
Mas é impossível sim, você marcou pra mim

Mas é impossível sim, você marcou pra mim
Mas é impossível sim, você marcou pra mim
Mas é impossível sim

Tú Me Marcaste

Cuando me desperté por la mañana
Quería tenerla en mis brazos
Sólo encontré anhelo en su lugar
Estaba reviviendo nuestro amor paso a paso

En mis pensamientos todavía podía ver
Nuestros encuentros y nuestra primera vez
Estás temblando, diciendo: te amo
Y avergonzarte de tu timidez

Anotaste demasiado, ¿cómo anotaste?
Me dio amor y paz, luego me los quitó
Intento fingir que fue un sueño y que todo se acabó
Pero es imposible, sí, me lo marcaste

Cuando me desperté por la mañana
Quería tenerla en mis brazos
Sólo encontré anhelo en su lugar
Estaba reviviendo nuestro amor paso a paso

En mis pensamientos todavía podía ver
Nuestros encuentros y nuestra primera vez
Estás temblando, diciendo: te amo
Y avergonzarte de tu timidez

Anotaste demasiado, ¿cómo anotaste?
Me dio amor y paz, luego me los quitó
Intento fingir que fue un sueño y que todo se acabó
Pero es imposible, sí, me lo marcaste

Pero es imposible, sí, me lo marcaste
Pero es imposible, sí, me lo marcaste
pero es imposible

Escrita por: Constantino Mendes / Waldemar De Freitas Assunção