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La Nostalgia se Puso en Contacto

Cezar e Paulinho

A Saudade Fez Contato

Saí pelo mundo, vaguei pelas ruas
Assim eu saí decidido a não mais voltar
Joguei-me com tudo na vida noturna
Assim procurei diversões só pra desabafar

Não vejo sentido em me tornar um homem perdido
Eu só procurei te esquecer e esconder minha dor
Fugi pouco a pouco, da solidão corri como um louco
Não suportei as torturas, loucuras de amor

A saudade fez contato, me tocou no ponto fraco
Sem você, como posso ter sossego?
Procurei prazer lá fora, sem amor até agora
Tô voltando, coração pediu arrego

Joguei-me com tudo na vida noturna
Assim procurei diversões só pra desabafar

Não vejo sentido em me tornar um homem perdido
Eu só procurei te esquecer e esconder minha dor
Fugi pouco a pouco, da solidão corri como um louco
Não suportei as torturas, loucuras de amor

A saudade fez contato, me tocou no ponto fraco
Sem você, como posso ter sossego?
Procurei prazer lá fora, sem amor até agora
Tô voltando, coração pediu arrego

La Nostalgia se Puso en Contacto

Salí por el mundo, deambulé por las calles
Así que salí decidido a no volver más
Me lancé de lleno a la vida nocturna
Así buscaba distracciones solo para desahogarme

No veo sentido en convertirme en un hombre perdido
Solo intenté olvidarte y ocultar mi dolor
Escapé poco a poco, corrí como un loco lejos de la soledad
No soporté las torturas, las locuras del amor

La nostalgia se puso en contacto, tocó mi punto débil
Sin ti, ¿cómo puedo tener tranquilidad?
Busqué placer afuera, sin amor hasta ahora
Estoy regresando, mi corazón pidió tregua

Me lancé de lleno a la vida nocturna
Así buscaba distracciones solo para desahogarme

No veo sentido en convertirme en un hombre perdido
Solo intenté olvidarte y ocultar mi dolor
Escapé poco a poco, corrí como un loco lejos de la soledad
No soporté las torturas, las locuras del amor

La nostalgia se puso en contacto, tocó mi punto débil
Sin ti, ¿cómo puedo tener tranquilidad?
Busqué placer afuera, sin amor hasta ahora
Estoy regresando, mi corazón pidió tregua

Escrita por: Cezar / Edinho da Matta