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Desvíos

Cezar e Paulinho

Descaminhos

O dia mais triste foi quando ela disse
Não te quero mais
Partimos errados, cada um pra um lado
Em busca de paz

Palavra doída foi quando ela disse
Não te quero mais
Pagamos tão caro, nem eu e nem ela
Vivemos em paz

Descaminhos
Dois barcos perdidos, dois loucos varridos
Duas aves feridas

Andando sem rumo
Nos becos, tabernas, onde só tem ida
São descaminhos da vida

Descaminhos
Dois barcos perdidos, dois loucos varridos
Duas aves feridas

Andando sem rumo
Nos becos, tabernas, onde só tem ida
São descaminhos da vida

São becos do mundo, lugar dos andantes
Lugar dos errantes buscando saída
Sofremos calados, vivemos errados
São descaminhos da vida

Descaminhos
Dois barcos perdidos, dois loucos varridos
Duas aves feridas

Andando sem rumo
Nos becos, tabernas, onde só tem ida
São descaminhos da vida

Descaminhos
Dois barcos perdidos, dois loucos varridos
Duas aves feridas

Andando sem rumo
Nos becos, tabernas, onde só tem ida
São descaminhos da vida

Desvíos

El día más triste fue cuando ella dijo
Ya no te quiero más
Partimos por caminos equivocados, cada uno por su lado
En busca de paz

Palabra dolorosa fue cuando ella dijo
Ya no te quiero más
Pagamos tan caro, ni yo ni ella
Vivimos en paz

Desvíos
Dos barcos perdidos, dos locos desquiciados
Dos aves heridas

Caminando sin rumbo
Por callejones, tabernas, donde solo hay un camino
Son desvíos de la vida

Desvíos
Dos barcos perdidos, dos locos desquiciados
Dos aves heridas

Caminando sin rumbo
Por callejones, tabernas, donde solo hay un camino
Son desvíos de la vida

Son callejones del mundo, lugar de los caminantes
Lugar de los errantes buscando salida
Sufrimos en silencio, vivimos equivocados
Son desvíos de la vida

Desvíos
Dos barcos perdidos, dos locos desquiciados
Dos aves heridas

Caminando sin rumbo
Por callejones, tabernas, donde solo hay un camino
Son desvíos de la vida

Desvíos
Dos barcos perdidos, dos locos desquiciados
Dos aves heridas

Caminando sin rumbo
Por callejones, tabernas, donde solo hay un camino
Son desvíos de la vida

Escrita por: Francisco de Assis / José Caetano Erba