Desvairada
Ainda há pouco você me amava e me fazia tão bem
Crucificava de sociopatas à veganos, budistas e zens
Devorava todos os livros estranhos da sua estante
Sabia a história de cór
Peregrinava, como um ser errante
Dentro de casa, à sós
Mas agora, do nada, mudou
Ficando mesmo sem chão
Havia pena e muito rancor
Um caos de contradição
Já não quer mais saber de romances, prefere o mundo atroz
Não consegue enxergar o instante
Deixou de pensar em nós
E flutuava na minha ideia, em linhas tênues
Dançando entre o mal e o bem
Rezando a missa das mulheres insanas
Em nome do pai, de quem será o filho? E amém
Mas agora, do nada, mudou
Ficando mesmo sem chão
Havia pena e muito rancor
Um caos de contradição
Já não quer mais saber de romances, prefere o mundo atroz
Não consegue enxergar o instante
Deixou de pensar em nós
Não faça caso do meu jeito louco
Nem todo o mal que eu te fiz
Eu não controlo o gosto amargo
É que eu já tô por um triz
Saio a noite feito um bicho à toa
Tentando entender você
Topando tudo com qualquer pessoa
Atrás de sei lá o quê
Já não quer mais saber de romances, prefere o mundo atroz
Não consegue enxergar o instante
Deixou de pensar em nós
Desvairada
Hace poco me amabas y me hacías tan bien
Crucificabas desde sociópatas hasta veganos, budistas y zen
Devorabas todos los libros extraños de tu estante
Conocías la historia de corazón
Peregrinabas, como un ser errante
Dentro de casa, a solas
Pero ahora, de la nada, cambiaste
Quedándote sin suelo
Había pena y mucho rencor
Un caos de contradicción
Ya no quieres saber de romances, prefieres el mundo atroz
No logras ver el momento
Dejaste de pensar en nosotros
Y flotaba en mi mente, en líneas tenues
Bailando entre el mal y el bien
Rezando la misa de las mujeres insanas
En nombre del padre, ¿de quién será el hijo? Y amén
Pero ahora, de la nada, cambiaste
Quedándote sin suelo
Había pena y mucho rencor
Un caos de contradicción
Ya no quieres saber de romances, prefieres el mundo atroz
No logras ver el momento
Dejaste de pensar en nosotros
No hagas caso a mi loca forma de ser
No todo el mal que te hice
No controlo el sabor amargo
Estoy al borde del abismo
Salgo de noche como un animal sin rumbo
Intentando entenderte
Aceptando todo con cualquier persona
Buscando no sé qué
Ya no quieres saber de romances, prefieres el mundo atroz
No logras ver el momento
Dejaste de pensar en nosotros
Escrita por: César Lascano / Marcelo Nascente / Wysrah Moraes