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Riendas del Possant

César Menotti & Fabiano

Rédeas do Possante

Cada palmo dessa estrada eu conheço bem
Vou levando minha vida nesse vai e vem
Não tem chuva, não tem Sol
Não tem noite e não tem dia
Cada cidade que passo levo alegria

Quantas estrelas já vi iluminando o céu
Madrugada de sereno, molha o meu chapéu
Já passei tantos janeiros
Já senti tanta saudade
Cada ida, cada volta, só felicidade

Minha vida é segurar as rédeas do possante
Lobo da estrada, fera do volante
Louco apaixonado, mais um viajante

Minha vida é igualzinha a vida de um peão
Também tem saudade do seu coração
Onde vai seu cavalo, vai meu caminhão

A todos caminhoneiros
Que transportam o progresso do nosso Brasil
Vai um abraço de César Menotti e Fabiano

Quantas estrelas já vi iluminando o céu
Madrugada de sereno, molha o meu chapéu
Já passei tantos janeiros
Já senti tanta saudade
Cada ida, cada volta, só felicidade

Minha vida é segurar as rédeas do possante
Lobo da estrada, fera do volante
Louco apaixonado, mais um viajante

Minha vida é igualzinha a vida de um peão
Também tem saudade do seu coração
Onde vai seu cavalo, vai meu caminhão

Minha vida é igualzinha a vida de um peão
Também tem saudade do seu coração
Onde vai seu cavalo, vai meu caminhão

Cada palmo dessa estrada eu conheço bem

Riendas del Possant

Conozco bien cada centímetro de este camino
Estoy viviendo mi vida en este ir y venir
No hay lluvia, no hay sol
No hay noche y no hay día
Cada ciudad por la que paso traigo alegría

¿Cuántas estrellas he visto iluminando el cielo?
Tranquilo temprano en la mañana, moja mi sombrero
He pasado tantos eneros
te he extrañado mucho
Cada viaje, cada regreso, solo felicidad

Mi vida es llevar las riendas de los poderosos
Lobo del camino, bestia del volante
Loco de amor, otro viajero

Mi vida es como la vida de un peón
Yo también extraño tu corazón
Donde va tu caballo, va mi camión

A todos los camioneros
Que transporten el progreso de nuestro Brasil
Un abrazo de César Menotti y Fabiano

¿Cuántas estrellas he visto iluminando el cielo?
Temprano en la mañana tranquilo, moja mi sombrero
He pasado tantos eneros
te he extrañado mucho
Cada viaje, cada regreso, solo felicidad

Mi vida es llevar las riendas de los poderosos
Lobo del camino, bestia del volante
Loco de amor, otro viajero

Mi vida es como la vida de un peón
Yo también extraño tu corazón
Donde va tu caballo, va mi camión

Mi vida es como la vida de un peón
Yo también extraño tu corazón
Donde va tu caballo, va mi camión

Conozco bien cada centímetro de este camino

Escrita por: Antonio Luiz / Jotha Luiz