Diocesano
Se não pertenço
Eu sou doença, deserto, sombrio e rejeito?
Eu vou pro inferno
Se sou meus dedos, palavras, audácia e herdeiro?
Se não pertenço
Eu sou relato, abuso, tumulto e desperto?
Eu vou pro inferno
Se sou meus medos, certezas, laicismo e receio?
Tapo meus buracos com seu logo que é fachada
Somos todos arbitrarios, não queremos solução
Eu sou apontado, meus problemas são citados
Sou aquele mais lembrado que define a indecisão
Julgue meus pecados, me condene em cada passo
Siga a fé dos ordinários, não me espere obedecer
Diga que é errado esperança com meus passos
Destrutivo é sobrenome de um sobrinho sem um tio
Feche os cadeados da igreja que é disfarce
Pro seu ego e dos que rezam pra crescer sem perdoar
Queime o livro falso, reescreva seu passado
Somos todos condenados, não precisa ajoelhar
Reze pros que esquecem, siga as regras do seu livro
Se o seu nome tem presente, saiba ter sem desejar
Deixe meu futuro ser escrito sem seus olhos
Cada carma tem seu tempo e eu não deixo, vou pagar
Pode rezar
Sem certezas do seu rei
Pode contar
Meu futuro pra quem tem
Pode julgar
Sem espelhos pra mudar
Pode ofertar
Sem joelhos pra pagar
Pode rezar
Sem certezas do seu rei
Pode contar
Meu futuro pra quem tem
Pode julgar
Sem espelhos pra mudar
Pode ofertar
Sem joelhos pra pagar
Durmo com meus monstros que me assombram com ofertas
Mate Augusto e seja Cesar e eu escolho renascer
Eu fui deserdado no teatro que é família
Justificam tentativas por quem nunca vão querer
Sinto seu remorso quando canto sobre traumas
Meus motivos você soube e ajudou a provocar
Me faço isolado nesse mundo dos farsantes
Que se odeiam em silencio mas se entregam com o olhar
Sonho ou pesadelo, o momento que desisto
Nunca foi o meu limite porque eu posso ultrapassar
Fique com suas chances, não prometa tentativas
Já conheço seus castigos, me supere sem vingar
Rasgue meu diploma, que é troféu dos que obedecem
Não mereço porque vivo fora dessa falsa lei
E se me considera o pior por ser a fonte
Não nasci pra figurante e você soube me eleger
Pode rezar
Sem certezas do seu rei
Pode contar
Meu futuro pra quem tem
Pode julgar
Sem espelhos pra mudar
Pode ofertar
Sem joelhos pra pagar
Pode rezar
Sem certezas do seu rei
Pode contar
Meu futuro pra quem tem
Pode julgar
Sem espelhos pra mudar
Pode ofertar
Sem joelhos pra pagar
Diocesano dio (eu não pertenço)
Dio dio diocesano dio (eu não pertenço não não não)
Diocesano dio (eu não pertenço)
Dio dio diocesano dio (eu não pertenço ah ah ah)
Diocesano dio (eu não pertenço)
Dio dio diocesano dio (eu não pertenço ah ah ah)
Diocesano dio (eu não pertenço)
Dio dio diocesano dio (eu não pertenço ah ah ah)
Diocesano
Si no pertenezco
¿Soy enfermedad, desierto, sombrío y rechazado?
¿Voy al infierno
Si soy mis dedos, palabras, audacia y heredero?
Si no pertenezco
¿Soy relato, abuso, tumulto y despierto?
¿Voy al infierno
Si soy mis miedos, certezas, laicismo y recelo?
Tapo mis agujeros con tu logo que es fachada
Todos somos arbitrarios, no queremos solución
Soy señalado, mis problemas son citados
Soy el más recordado que define la indecisión
Juzga mis pecados, condéneme en cada paso
Sigue la fe de los ordinarios, no esperes que obedezca
Di que es incorrecto tener esperanza con mis pasos
Destructivo es el apellido de un sobrino sin un tío
Cierra los candados de la iglesia que es disfraz
Por tu ego y de los que rezan para crecer sin perdonar
Quema el libro falso, reescribe tu pasado
Todos estamos condenados, no es necesario arrodillarse
Reza por los que olvidan, sigue las reglas de tu libro
Si tu nombre tiene presencia, aprende a tener sin desear
Deja que mi futuro sea escrito sin tus ojos
Cada karma tiene su tiempo y yo no dejo, voy a pagar
Puede rezar
Sin certezas de tu rey
Puede contar
Mi futuro para quien lo tenga
Puede juzgar
Sin espejos para cambiar
Puede ofrendar
Sin rodillas para pagar
Puede rezar
Sin certezas de tu rey
Puede contar
Mi futuro para quien lo tenga
Puede juzgar
Sin espejos para cambiar
Puede ofrendar
Sin rodillas para pagar
Duermo con mis monstruos que me atormentan con ofertas
Mata a Augusto y sé César y yo elijo renacer
Fui desheredado en el teatro que es familia
Justifican intentos por quienes nunca querrán
Siento tu remordimiento cuando canto sobre traumas
Tus motivos los supiste y ayudaste a provocar
Me hago aislado en este mundo de farsantes
Que se odian en silencio pero se entregan con la mirada
Sueño o pesadilla, el momento en que desisto
Nunca fue mi límite porque puedo superarlo
Quédate con tus oportunidades, no prometas intentos
Ya conozco tus castigos, supérame sin vengarte
Rasga mi diploma, que es trofeo de los que obedecen
No lo merezco porque vivo fuera de esa falsa ley
Y si me consideras el peor por ser la fuente
No nací para ser un figurante y tú supiste elegirme
Puede rezar
Sin certezas de tu rey
Puede contar
Mi futuro para quien lo tenga
Puede juzgar
Sin espejos para cambiar
Puede ofrendar
Sin rodillas para pagar
Puede rezar
Sin certezas de tu rey
Puede contar
Mi futuro para quien lo tenga
Puede juzgar
Sin espejos para cambiar
Puede ofrendar
Sin rodillas para pagar
Diocesano dio (yo no pertenezco)
Dio dio diocesano dio (yo no pertenezco no no no)
Diocesano dio (yo no pertenezco)
Dio dio diocesano dio (yo no pertenezco ah ah ah)
Diocesano dio (yo no pertenezco)
Dio dio diocesano dio (yo no pertenezco ah ah ah)
Diocesano dio (yo no pertenezco)
Dio dio diocesano dio (yo no pertenezco ah ah ah)