El Navegante
Navegando en los trenes del sur
A una indita muy linda encontré
Que vendía ramilletes de flores
Recorriendo las vías del tren
Encantado de aquella morena
Le compré un ramito para mí
Y al poner la moneda en sus manos
A la indita formal dije así
Hay indita que vendes tus flores
No le vendas a nadie por Dios
Y al cantar de un hornito de troya
Tuve toda la más linda flor
Pero el tiempo y las olas de vuelta
A esos rumbos me hicieron partir
Yo busque en la estación a la indita
Pero en cambo mi tiempo perdí
Hasta que una señora ya anciana
Mis tristezas deseaba saber
Me entrego un ramillete marchito
Y me dijo aquí está su merced
La que viene a buscar ya está muerta
Y al partir este ramo dejo
Se la entrega al señor pasajero
Que en mi vida fue mi único amor
O Navegador
Navegando nos trens do sul
Encontrei uma garota indiana muito bonita
Que vendia buquês de flores
Andando pelos trilhos do trem
Encantado por aquela morena
Eu comprei um buquê para ele para mim
E colocando a moeda em suas mãos
Para o índio formal eu disse assim
Há indicação de que você venda suas flores
Não venda ninguém pelo amor de Deus
E ao cantar em um forno de Tróia
Eu tinha todas as flores mais lindas
Mas o tempo e as ondas voltam
Para essas direções eles me fizeram sair
Olhei para a estação em busca do indita
Mas em vez disso meu tempo foi desperdiçado
Até que uma senhora idosa
Minhas tristezas queriam saber
Eu me entrego um buquê murcho
E ele me disse aqui está sua misericórdia
Quem vem procurar já está morto
E ao sair desse buquê eu deixo
Ele entrega ao Sr. Passageiro
Que na minha vida foi meu único amor
Escrita por: Adelino Sánchez Felix / Chalino Sanchez