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Claramente

Chano

Claramente

Claramente amanece
Y las lunas son las de ayer
Que el dolor no regrese
Enemigo que conocés
Pero desaparece
Y se aparece
Cada Luna sombría

No viajaban sus penas
Ni apretaba su cinturón
No peleaba sus guerras
Ni al revés, su vocación
Pero en cada momento
No hacía falta yo
Clara no me quería

Claramente, Clara no me quería
No me elige y no me elegiría
Cuando muera mayo, haré mi vida
Clara no me quería

Se escucharon las notas
Que lloraste entre anoche y hoy
Que desafinarían
La alegría y la decepción
Yo pensé que la vida
Era estar con vos
Pero no me querías

Claramente, Clara no me quería
No me elige y no me elegiría
Cuando caiga el Sol, haré mi vida
Clara no me quería

Cada tanto, viajo a la deriva
Cuando miro la melancolía
Y me acuerdo cuándo te reías
Pero no me querías

Claramente, Clara no me quería
No me elige y no me elegiría
Cuando caiga febo, haré mi vida
Clara no me quería

Claramente

Claramente amanhece
E as luas são as de ontem
Que a dor não volte
Inimigo que você conhece
Mas desaparece
E aparece
Cada Lua sombria

Suas tristezas não viajavam
O seu cinto não apertava
Não enfrentava suas guerras
Nem ao contrário, sua vocação
Mas em cada momento
Eu não fazia falta
Clara não me amava

Claramente, Clara não me amava
Não me escolhe e nem me escolheria
Quando maio acabar, farei minha vida
Clara não me amava

Ouviram as notas
Que você chorou entre ontem à noite e hoje
Que desafinariam
A alegria e a decepção
Eu pensei que a vida
Era estar com você
Mas você não me amava

Claramente, Clara não me amava
Não me escolhe e nem me escolheria
Quando o Sol se pôr, farei minha vida
Clara não me amava

De vez em quando, viajo à deriva
Quando olho para a melancolia
E me lembro de quando você ria
Mas você não me amava

Claramente, Clara não me amava
Não me escolhe e nem me escolheria
Quando o Sol se pôr, farei minha vida
Clara não me amava

Escrita por: Chano / Manuel Federico Quieto / Rene Ysel Cespedes Duarte