A Viola Foi Pro Saco
Até sobrar no seu você não chora.
Quem duvidou de mim já foi embora
Já faz dois meses que caminho embriagado
Me desviando das promessas exaltadas.
Como brigar por um motivo ordinário?
Eu não aprendi.
Não acredito mais,
Quem sabe um dia eu caia só,
Reveja o passado.
Abaixe a sua voz,
Soa elétrica e destrói o pouco que sinto.
Sempre poupei o meu desgosto por você,
Mas de primeira já me entrega outra vez,
Diz na minha cara que a viola foi pro saco.
Não vou me ofender.
Às vezes sigo bem,
O sonho inteiro não tem mais,
Porém tentando.
Prometo não usar um cavanhaque
E nem ligar para o que dizem.
La Guitarra se Fue al Saco
Hasta que no quede nada en ti, no lloras.
Quien dudó de mí ya se fue.
Hace dos meses que camino ebrio,
Esquivando las promesas exageradas.
¿Cómo pelear por un motivo común?
No aprendí.
Ya no creo más,
Quizás un día caiga solo,
Revise el pasado.
Baja tu voz,
Suena eléctrica y destruye lo poco que siento.
Siempre guardé mi disgusto por ti,
Pero a la primera vez me decepcionas de nuevo,
Dices en mi cara que la guitarra se fue al saco.
No me voy a ofender.
A veces sigo bien,
El sueño entero ya no está,
Pero sigo intentando.
Prometo no usar un cavanhaque
Y no hacer caso de lo que dicen.
Escrita por: Igor Filus / Leandro Delmonico