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Samba y Traición

Chico Balboa

Samba e Traição

Nem de tanto pensar,
Eu consegui mudar o tom
De tudo o que já tinha cor

Não decorei hiatos pobres
Servidos em copos frágeis.
Cristais e vidros tão comuns

Sente-se e sinta-se como eu
Na sintaxe dessa viagem
Sinta-se e sente-se como eu
Na viagem dessa viagem

São estradas tão pesadas
Por entre mãos tão leves
E, naturalmente, ousadas

Nem de tanto cantar
Eu pude alterar escalas
De tudo o que já tinha tom
Sente-se e sinta-se como eu
Na sintaxe dessa viagem
Sinta-se e sente-se como eu
Na viagem dessa viagem

E viajei por aí, sem querer onde chegar,
Prá não cair, na tentação de não chegar
Então me sobra algum sinal...
Nada além de neblina...

E flores do mal
Flores do mal
Flores do mal
Flores do mal
Flores do mal.

Samba y Traición

Ni pensando tanto,
Logré cambiar el tono
De todo lo que ya tenía color

No memoricé pobres pausas
Servidas en frágiles copas
Cristales y vidrios tan comunes

Siéntate y siéntete como yo
En la sintaxis de este viaje
Siéntete y siéntete como yo
En el viaje de este viaje

Son caminos tan pesados
Entre manos tan ligeras
Y, naturalmente, atrevidas

Ni cantando tanto
Pude cambiar escalas
De todo lo que ya tenía tono
Siéntate y siéntete como yo
En la sintaxis de este viaje
Siéntete y siéntete como yo
En el viaje de este viaje

Y viajé por ahí, sin querer llegar a ningún lado,
Para no caer en la tentación de no llegar
Entonces me queda alguna señal...
Nada más que neblina...

Y flores del mal
Flores del mal
Flores del mal
Flores del mal
Flores del mal.

Escrita por: Caco Flores / Chico Balboa