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Héroe de la Carretera

Chico da Serra e João da Mata

Herói Estradeiro

Sou caminhoneiro e viajo bastante
Com o meu possante eu rodo o país
Sempre utilizando a malha rodoviária
Rotina diária que me faz feliz

Carga no limite, peso de balança
Com mais segurança posso dirigir
Viajo a noite por ser mais tranquilo
Nem encontro fila pra me impedir

Dentro da cabine do bruto valente
Viajo contente, vou cortando estrada
Vou de sul a norte cruzando campinas
Essa é minha sina, não tenho parada

Eu conheço a palmo qualquer rodovia
Pra mim não tem dia nem noite gelada
Se a caso o sono chega e me domina
Eu fecho as cortinas e faço a pousada

Eu sempre enfrento pista buraquenta
Que quase arrebenta com meu caminhão
Curvas perigosas e grandes lombadas
Pra nossas estradas não tem solução

Quando as rodovias são bem conservadas
São pedagiadas e custam um dinheirão
Os caminhoneiros ficam em desvantagem
No final da viagem não sobra um tostão

No painel o rádio sempre está ligado
Com modão xonado gosto de escutar
Enquanto no asfalto meu bruto desliza
Saudade ameniza esperando voltar

Carrego comigo um trinta embalado
Sempre do meu lado pra me resguardar
Dos ladrões de carga que infelizmente
Surgem de repente pra nos assaltar

Vai o meu abraço a todos os estradeiros
Que são meus parceiros nessa profissão
Heróis brasileiros que são estandartes
Grandes baluartes da nossa nação

Eu carrego sempre colada no peito
Com muito respeito e com devoção
A imagem sagrada de Aparecida
Nossa mãe querida que dá proteção

Héroe de la Carretera

Soy camionero y viajo mucho
Con mi potente recorro el país
Siempre utilizando la red de carreteras
Rutina diaria que me hace feliz

Carga al límite, peso en la balanza
Con más seguridad puedo conducir
Viajo de noche porque es más tranquilo
No encuentro filas que me impidan

Dentro de la cabina del bruto valiente
Viajo contento, voy cortando camino
De sur a norte cruzando campos
Esta es mi destino, no tengo parada

Conozco cada centímetro de cualquier carretera
Para mí no hay día ni noche fría
Si el sueño llega y me domina
Cierro las cortinas y hago la parada

Siempre enfrento carreteras llenas de baches
Que casi destrozan mi camión
Curvas peligrosas y grandes lomos
Para nuestras carreteras no hay solución

Cuando las carreteras están bien conservadas
Son de peaje y cuestan un dineral
Los camioneros quedan en desventaja
Al final del viaje no queda un centavo

En el panel la radio siempre está encendida
Me gusta escuchar música country enamorada
Mientras mi camión se desliza por el asfalto
La nostalgia se calma esperando regresar

Llevo conmigo un treinta cargado
Siempre a mi lado para protegerme
De los ladrones de carga que desafortunadamente
Aparecen de repente para asaltarnos

Va mi abrazo a todos los camioneros
Que son mis compañeros en esta profesión
Héroes brasileños que son estandartes
Grandes pilares de nuestra nación

Siempre llevo pegada al pecho
Con mucho respeto y devoción
La imagen sagrada de Aparecida
Nuestra madre querida que nos protege

Escrita por: Chico da Serra / João Da Mata / Rubens Simões / Vitalino Rett