A Solidão Inundou Esta Cidade
Chuva
Rola em meu rosto
Em forma de pranto
A solidão inundou esta cidade
Que eu trato por coração
E alagou os meus caminhos
Afogou os meus carinhos
O amor que eu tanto quis me arrastou
E quanto mais eu naveguei
No oceano me encontrei
Me perdi não pude mais voltar, naufraguei
Não consegui navegar na solidão, não, não
Não consegui navegar na solidão, não, não
Não consegui navegar na solidão
A solidão
A solidão inundou esta cidade
Que eu trago no coração
E alagou os meus caminhos
Afogou os meus carinhos
O amor que eu tanto quis me arrastou
E nem quis saber se eu sofri
Nem sequer me orientou
Nem sequer me instruiu
O amor não me ensinou navegar na solidão não, não
Não me ensinou navegar na solidão não, não
Não me ensinou navegar na solidão
Que solidão...
La Soledad Inundó Esta Ciudad
Lluvia
Corre por mi rostro
En forma de llanto
La soledad inundó esta ciudad
Que llevo en el corazón
Y anegó mis caminos
Ahogó mis cariños
El amor que tanto quise me arrastró
Y mientras más navegaba
En el océano me encontré
Me perdí, no pude regresar, naufragué
No pude navegar en la soledad, no, no
No pude navegar en la soledad, no, no
No pude navegar en la soledad
La soledad
La soledad inundó esta ciudad
Que llevo en el corazón
Y anegó mis caminos
Ahogó mis cariños
El amor que tanto quise me arrastró
Y ni siquiera quiso saber si sufrí
Ni siquiera me orientó
Ni siquiera me instruyó
El amor no me enseñó a navegar en la soledad, no, no
No me enseñó a navegar en la soledad, no, no
No me enseñó a navegar en la soledad
Qué soledad...
Escrita por: Anisio Rocha / Serginho Do Vau