Segredo
Eu não guardo segredo
Não empresto meus dedos
Não sou feito de aço
Eu só quero um abraço
Não me conte lamento
Nenhum sofrimento
Coisa triste ou fofoca
Que venha meu corpo desequilibrar
Sou cabra-da-peste
Do sertão trago a rima
Tapioca de côco, Pirão , Vatapá
Mas não pise em meu calo
Nem me fale de intriga
Que não sou delegado e não vou lhe jugar
Secreto
No guardo secretos
No presto mis dedos
No estoy hecho de acero
Solo quiero un abrazo
No me cuentes lamentos
Ni sufrimientos
Cosas tristes o chismes
Que vengan a desequilibrar mi cuerpo
Soy un cabro del campo
De la tierra traigo la rima
Tapioca de coco, Pirão, Vatapá
Pero no me pises el callo
Ni me hables de intrigas
No soy un delegado y no voy a juzgarte
Escrita por: Chico De Abreu