395px

Ultravioleta

China

Ultravioleta

Meus passos entravam na madrugada
Mas eu já tava pedindo para o dia morrer
Eu fujo da luz do punhal de prata
Os raios fervem o meu sangue e se perdem nas vitrines do mundo.

Trafego por ruas interligadas
Que nunca me levam onde eu preciso ir
E o calor que tomou conta do asfalto
Quando vi você brilhando, eu parei de sorrir.

De cara com o sol na minha cara
Descascando a minha pele
E refletindo a sua luz.

Ultravioleta

Mis pasos entraban en la madrugada
Pero ya estaba pidiendo que el día muriera
Huyo de la luz del puñal de plata
Los rayos hierven mi sangre y se pierden en los escaparates del mundo.

Transito por calles interconectadas
Que nunca me llevan a donde necesito ir
Y el calor que se apoderó del asfalto
Cuando te vi brillando, dejé de sonreír.

Frente al sol en mi cara
Pelando mi piel
Y reflejando tu luz.

Escrita por: