395px

TOQUE

Chuyin

TIN TIN

Ando
Bien pinche atravesado pensando en tus besos
Ya sabes que soy vago, pero no te dejo
Ese culo, la neta, que me pone mal
Me alebresta, me saca el instinto animal
Un pase en esas lolas me pone espacial
Me vo'a tirigüixiar

Largos
Los fierros pa' cuidarme cuando ando cargado
Mami, no tengas miedo, todo relajado
Nomás suena tin-tin el pinche celular
La plebada pregunta que, ¿qué hubo? ¿Qué plan?
Yo bien comprometido, llevarla a cenar
Después a detonar

Ay, cómo me gusta esta vida de loquera
Los excesos, las putas, no creo que me muera, pues igual era mi apá
Cachas doradas las que traigo en la guantera
La baby, pintadita de rosa la jeta, y yo bien triqui, traca, tra

Porque los locos nunca mueren, viejo
Chu-yin

Y un bluntsón de marihuana
Los Versace pa' la placa
Y no se aplaca la chamaca
Quiere wesh y no hay machaca

Y, ay, cómo me gusta esta vida de loquera
Los excesos, las putas, no creo que me muera, pues igual era mi apá
Cachas doradas las que traigo en la guantera
La baby, pintadita de rosa la jeta, y yo bien triqui, traca, tra

TOQUE

Tô
Perturbado pra caralho pensando nos seus beijos
Você sabe que eu sou vagabundo, mas não te largo
Essa bunda, na moral, acaba comigo
Me atiça, desperta meu instinto animal
Uma carada nesses peitos me leva pro espaço sideral
Vou ficar doidão

Grandes
As armas pra me proteger quando tô levando a carga
Gatinha, não fica com medo, tá tudo suave
É só o toque dessa porra de celular
A rapaziada pergunta: E aí? Qual vai ser?
E eu bem comprometido em levar ela pra jantar
Depois partir pro estrago

Ai, como eu gosto dessa vida de curtição
Os excessos, as putas, acho que eu não morro, porque meu pai também era assim
Os revólveres dourados que deixo no porta-luvas
A mina, com a boca pintada de rosa, e eu no meio do caos

Porque os loucos nunca morrem, cara
Chu-yin

E um baseadão de maconha
Os Versace pra polícia
E a danada não sossega
Quer uísque, mas não tem tira-gosto

E, ai, Ai, como eu gosto dessa vida de curtição
Os excessos, as putas, acho que eu não morro, porque meu pai também era assim
Os revólveres dourados que deixo no porta-luvas
A mina, com a boca pintada de rosa, e eu no meio do caos

Escrita por: Armenta, Chuyin