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Manzana del Amor

Cícero Vieira

Maça do Amor

Me beija na boca me abraça e me faz um carinho
Me faça pensar que sou dono do seu coração
Me deixa tocar sua pele da ponta dos dedos
Apague esse fogo e acabe esse medo
Quero fazer parte da sua emoção
Essa saudade dói demais, saudade dói, dói, dói

Na noite de frio me cubra com os seus cabelos
Se tenho direito em seu corpo por favor me dê
Me deixa tirar sua roupa me leva pra cama
Me morde me lambe diz que me ama
Me dá o direito de amar você
Essa saudade dói demais, saudade dói, dói, dói

Seu beijo é mais doce que o doce da manga madura
Seu corpo é o mapa da mina que eu quero encontrar
Seus olhos são luzes que brilha no céu dos meus sonhos
Seu rosto corado seus lábios risonhos
Seu jeito de santa me fazem adorar
Essa saudade dói demais, saudade dói, dói, dói

Você é o muito que falta no nada eu que tenho
A água que banha meu corpo o frio o calor
Meu dia meu Sol minha Lua meu céu meu sorriso
Flores e figueiras do meu paraíso
Ervas sem pecado maça do amor

Manzana del Amor

Me besa en la boca, me abraza y me acaricia
Hazme creer que soy dueño de tu corazón
Déjame tocar tu piel con la punta de los dedos
Apaga este fuego y acaba con este miedo
Quiero ser parte de tu emoción
Esta añoranza duele demasiado, añoranza duele, duele, duele

En la noche fría, cúbreme con tu cabello
Si tengo derecho en tu cuerpo, por favor, concédemelo
Déjame quitarte la ropa, llévame a la cama
Muerde, lame, di que me amas
Dame el derecho de amarte
Esta añoranza duele demasiado, añoranza duele, duele, duele

Tu beso es más dulce que el de la manga madura
Tu cuerpo es el mapa del tesoro que quiero encontrar
Tus ojos son luces que brillan en el cielo de mis sueños
Tu rostro sonrojado, tus labios risueños
Tu forma de ser santa me hace adorarte
Esta añoranza duele demasiado, añoranza duele, duele, duele

Eres lo mucho que falta en el nada que tengo
El agua que baña mi cuerpo, el frío, el calor
Mi día, mi Sol, mi Luna, mi cielo, mi sonrisa
Flores y higueras de mi paraíso
Hierbas sin pecado, manzana del amor

Escrita por: Cícero Vieira / Marquinhos Paz