395px

Súplica

Cida Martins

Súplica

Ouve ó Senhor as minhas súplicas
E que esteja em Ti os meus clamores
Não ocultes o Teu rosto ó Senhor
Nos dias de minha angústia ó Senhor
No dia em que eu clamar, vá depressa a me acudir
Pois os meus dias como fungo se desvanecem

Ferido como a erva secou-se
E o meu coração machucou-se
Já não durmo sou como passarinho solitário
Que nos telhados a vive a ficar
E os meus inimigos me insultam a toda hora
Furiosos contra mim me praguejaram

Por pão tenho comido cinzas
E as lágrimas do rosto, minha bebida
Como as obras que declinam assim são os meus dias
E eu vou secando como a relva
Mas o Senhor permanece para sempre na memória
Doce nome, de geração em geração
Mas o Senhor permanece para sempre na memória
Doce nome, de geração em geração

Súplica

Escucha, Señor, mis súplicas
Y que en Ti estén mis clamores
No escondas tu rostro, Señor
En los días de mi angustia, Señor
El día que clame, ven rápido a socorrerme
Pues mis días se desvanecen como hongos

Herido como la hierba seca
Y mi corazón está herido
Ya no duermo, soy como un pájaro solitario
Que en los techos vive
Y mis enemigos me insultan a toda hora
Furiosos contra mí me maldicen

Por pan he comido cenizas
Y las lágrimas de mi rostro, mi bebida
Como las obras que declinan así son mis días
Y me voy secando como la hierba
Pero el Señor permanece para siempre en la memoria
Dulce nombre, de generación en generación
Pero el Señor permanece para siempre en la memoria
Dulce nombre, de generación en generación

Escrita por: