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Doce Veneno

Cidadão Plebeu

Doce Veneno

Sei que sou incompreensível
Tudo leva a crer que sou insensível
Até demais
Ideias banais e distorcidas
Cabeça no futuro com os pés no passado
Destruíram a mim e à você
Tão carente ao ponto de mudar de opinião

Sonhando que seríamos um só
Mas o movimento do mundo
Aqui estou, mundo girou, não nos deixou
No mesmo lugar
Aonde vamos parar

Sei que sou incompreensível
Tudo leva a crer que sou insensível
Até demais
Feridas que não cicatrizam
E jamais eu saberei como sarar

Sonhando que seríamos um só
Mas o movimento das ondas
Não nos deixou no mesmo lugar
E aqui numa situação
Aonde vamos parar

Agora desce sobre mim
Meu próprio veneno
Vozes no escuro não soam tão bem

Doce Veneno

Sé que soy incomprensible
Todo indica que soy insensible
Demasiado
Ideas banales y distorsionadas
Mente en el futuro con los pies en el pasado
Destruyeron a mí y a ti
Tan necesitado al punto de cambiar de opinión

Soñando que seríamos uno solo
Pero el movimiento del mundo
Aquí estoy, el mundo giró, no nos dejó
En el mismo lugar
¿A dónde vamos a parar?

Sé que soy incomprensible
Todo indica que soy insensible
Demasiado
Heridas que no cicatrizan
Y jamás sabré cómo sanar

Soñando que seríamos uno solo
Pero el movimiento de las olas
No nos dejó en el mismo lugar
Y aquí en una situación
¿A dónde vamos a parar?

Ahora cae sobre mí
Mi propio veneno
Voces en la oscuridad no suenan tan bien

Escrita por: Sócrates Cabral