No esqueleto invisível de toda jornada
Existe um mapa que a alma desvenda
O herói que desperta na estrada
A velha lição que atravessa a lenda
Arquétipos vivos no tempo e no espaço
Desenhando passos, traçando o destino
O velho sábio, a sombra, o abraço
O medo ancestral e o fogo divino
E a floresta escura sussurra segredos
Desafios postos na imensidão
É preciso coragem pra enfrentar medos
Antes de achar a transformação
Essa magia é a nossa própria transformação
Um rito antigo de imaginação
É a anatomia da nossa canção
Anatomia da nossa canção
No esqueleto do conto, a gente encontra
O mapa de toda alma que se apronta
Arquétipos, a dança que nos move e faz
A bússola moral que a história traz
Magia não é só feitiço no ar
É a força oculta que faz mudar
A moral é a bússola dentro do peito
Mostrando o caminho do certo e do feito
É a anatomia do conto e da vida
História contada, alma ferida e nutrida
Na prova de fogo, o véu se desfaz
O monstro por fora é o medo por dentro
A moralidade que a fábula traz
É o eixo firme, o nobre sustento
O vilão que tropeça na própria ganância
O humilde que vence mostrando valor
Herança guardada desde a infância
A lição perene que molda o amor
E a floresta escura sussurra segredos
Desafios postos na imensidão
É preciso coragem pra enfrentar medos
Antes de achar a transformação
Magia não é só feitiço no ar
É a força oculta que faz mudar
A moral é a bússola dentro do peito
Mostrando o caminho do certo e do feito
É a anatomia do conto e da vida
História contada, alma ferida e nutrida
Do pó das estrelas ao fundo da cova
Cada narrativa é um mundo que choca e renova
Mitologia viva na nossa garganta
Contar uma história é o que nos levanta!
Magia não é só feitiço no ar
É a força oculta que faz mudar
A moral é a bússola dentro do peito
Mostrando o caminho do certo e do feito
É a anatomia do conto e da vida
História contada, alma ferida e nutrida
No fim da jornada, o eco persiste
O conto é real, porque a gente existe
(Arquétipos, magia, moral)
A anatomia do nosso final