Estamos Aqui
Sobrevivendo nesse inferno chamado sociedade
Vivo as paranoia de cantar minhas verdades
Sem medo das tempestades, mantendo minha conduta
Não vou baixar a cabeça pra nenhum filha da puta
De longe eu ganho as fita pra saber entrar em cena
Tem nego que entra em choque, sabe que nós é problema
Eu chego é de banca quando o pico é de quebrada
E não é pra ver bicho, pai aqui não vê bicho com nada
Julgado pelo mundo eu sei quem trama contra mim
Chegou foi outro dia e o pivete já tá assim
Atrasa lado não aguenta ver ninguém crescer
Que sempre faz de tudo pra diminuir você
No crime ou no rap tá ligado como é
Tem que ser contundente que é pra se manter de pé
Chega no sapatim, não precisa fazer alarde
Mas nós não se atrapalha na presença dos covarde
Não faço rap pra suprir demanda do mercado
Vocês fazem sua moda enquanto eu faço meu legado
Essência Sabotage, Bob Marley, Marighella
Sou gueto, sou rebelde, black soul, soul Mandela
Em nome da revolução sigo na resistência
A mídia favorece enquanto cê dá audiência
É só olhar quantos caíram no esquecimento
E pra quem se vendeu, meu parceiro, eu só lamento
Pois reconhecimento é diferente de fama
E ser bem sucedido não sinônimo de grana
Eu sou filho de preto e canto isso por amor
Minha rima não tem preço, é os mano que dá valor
Pra quem desacreditou, estamos aqui
Pra quem desacreditou, estamos aqui
Tamo aqui, fechadão, firme e forte com o irmão
Cijay mandando um salve a todos da conexão
Rap baiano, a união que faz a força sim
Atropelando os holofote e os Zé povin
Construindo a história do rap, onde o rap não tem tradição
Mais respeito a nossa correria que a periferia não se vende não
A batida aqui é sinistra e o verso é devastador
Na cena hip hop nós tá pra tocar o terror
Os mano periférico sabe o seu lugar
Não canta em festinha pra girlzinha rebolar
As patricinha lora é chegada na melanina
Pegada alucinante tipo metanfetamina
Meu som é pra ladrão desenvolver o proceder
Não é pra tocar em balada regada a LSD
Na guerra ou na paz ó prevalece a favela
E se rolar pipoco meu bonde não amarela
Os pela saco tenta mas é bom nem falar nada
Chamou rap no moro vocês parte em retirada
Quer vir pagar de gangster aqui não cola não
Diz que é rap baiano e nunca ouviu o Soundirmão
Conceito pro magrão das antiga no proceder
Respeito é pra quem tem então salve pro Johnny Z
Cijay na contenção não deixa as peteca cair
Pra quem desacredita, pode crer, estou aqui
Estamos AQUÍ
Sobrevivir en este infierno llamado sociedad
Vivo la paranoia de cantar mis verdades
Sin miedo a las tormentas, manteniendo mi conducta
No voy a inclinar mi cabeza ante ningún bastardo
Desde lejos consigo las cintas para saber cómo llegar a la escena
Está negando que entre en shock, sabe que somos problemas
Llego es bankroll cuando el pico está roto
Y no es para ver animales, papá aquí no ve animales con nada
Juzgando por el mundo sé quién complot contra mí
Es sólo que el otro día y el pequeño ya está así
El lado de los retrasos no puede soportar ver a nadie crecer
¿Quién siempre hace algo para disminuirlo?
En el crimen o el rap está conectado como está
Tienes que ser franco para seguir el ritmo
Llegas a los zapatos, no tienes que hacer un alboroto
Pero no nos interponemos en el camino del cobarde
No rapeo para satisfacer la demanda del mercado
Tú haces tu moda mientras yo hago mi legado
Esencia Sabotaje, Bob Marley, Marighella
Soy un gueto, soy un rebelde, alma negra, alma Mandela
En nombre de la revolución sigo en la resistencia
Los favores de los medios mientras le das audiencia
Basta con mirar cuántos han caído en el olvido
Y quienquiera que sea vendido, mi compañero, lo siento
Para el reconocimiento es diferente de la fama
Y tener éxito no es sinónimo de dinero
Soy el hijo del negro y lo canto por amor
Mi rima no tiene precio, son los hermanos los que lo aprecian
Para aquellos que desacreditan, estamos aquí
Para aquellos que desacreditan, estamos aquí
Estamos aquí, unidos, firmes y fuertes con su hermano
Cjay enviando un guardado a todos desde la conexión
El rap bahiano, el sindicato que hace que la fuerza sí
Corriendo sobre el centro de atención y el povin Yogi
Construyendo la historia del rap, donde el rap no tiene tradición
Más respeto por nuestra prisa que la periferia no se vende ninguna
El ritmo aquí es siniestro y el verso es devastador
En la escena del hip hop estamos a punto de jugar el horror
El hermano periférico conoce su lugar
No cantes en una fiesta para que la niña pueda dar vueltas
La patricinha lora se llega en melanina
Huella alucinante de metanfetamina
Mi sonido es para que el ladrón desarrolle el procedimiento
No jugar en balada regada LSD
En la guerra o en la paz O favela prevalece
Y si hago palomitas de maíz, mi tranvía no amarillo
Los de la bolsa lo intentan, pero es bueno no decir nada
Llamado rap in moro te separas en retirada
¿Quieres venir a pagar gángster aquí no pegues
Dice que es rap bahiano y nunca oyó a Soundirmão
Concepto pro flaco de los viejos en el proceso
El respeto es por aquellos que lo tienen, así que guárdelo a Johnny Z
Ciejay en contención no dejará caer el transbordador
Para aquellos que desacreditan, créanme, estoy aquí