Memória-Rã
Zona abissal que de salgada dorme
Nessa capela os sinos que o consomem
Pop que corn tão popular cobre
Pobre só tem com puta dor
Apenas dois neurônios nessa massa
Um que se foi e outro que se caça
Quente que fica quando ela passa
Nada me aquece
Espere até o amor partir
Partir em dois o que não há por vir
Melhor perder-se a sós
Do que perder-se só
Sem estar em si
Meu sim, meu não, meu sal, não sou tão são assim
que se fez explosão
Se vai, se foi, sinais de fogo terra à vista,
meu canhão
Tudo ferro e chumbo
Bate que nem bumbo
O dono do mundo
Espere até o amor partir
Partir em dois o que não há por vir
Melhor perder-se a sós
Do que perder-se só
Sem estar em si
Memória-Rana
Zona abisal que de salada duerme
En esta capilla las campanas que lo consumen
Pop que corneta tan popular cubre
Pobre solo tiene con puta dolor
Solo dos neuronas en esta masa
Una que se fue y otra que se caza
Caliente que se pone cuando ella pasa
Nada me calienta
Espera hasta que el amor se vaya
Dividir en dos lo que no está por venir
Mejor perderse solo
Que perderse solo
Sin estar en sí
Mi sí, mi no, mi sal, no soy tan cuerdo así
que se hizo explosión
Se va, se fue, señales de fuego tierra a la vista,
mi cañón
Todo hierro y plomo
Golpea como bombo
El dueño del mundo
Espera hasta que el amor se vaya
Dividir en dos lo que no está por venir
Mejor perderse solo
Que perderse solo
Sin estar en sí
Escrita por: Marcelo Seixas / Nano Vianna / Tarcísio Louzada