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¿Para qué esperar?

Cinema Berlim

Pra Que Esperar

Trabalho todo dia sem perceber
O que realmente eu sei fazer
E nada disso tudo parece mudar, mas vai
Um belo dia eu acordei
A vida que ninguém merece escolher
Chefe diz, depressa ou demito você, rapaz!

Você pode achar inútil o que eu fiz
Mais inútil o que eu vou fazer
Vai agora procurar a sua vida fica bem longe
Da minha faça o que quiser fazer
Não vou mais pensar em tudo
O que eu sempre fui ou menos o que eu achava ser
Para trás não olhe agora ou do trem
Você fica fora confia em mim que você vai ver

Preste atenção no que vou falar
Não há ninguém no mundo em quem confiar
Não vá amar ninguém ou vai ter que largar, ah vai
Só tenho uma coisa a lhe dizer
Não fique aí a esperar o acontecer
A vida só é curta pra quem vai devagar, aha

Você pode achar inútil o que eu fiz
Mais inútil o que eu vou fazer
Vai agora procurar a sua vida fica bem longe
Da minha faça o que quiser fazer
Não vou mais pensar em tudo
O que eu sempre fui ou menos o que eu achava ser
Para trás não olha agora ou do trem
Você fica fora confia em mim que você vai ver

Você vai ver

¿Para qué esperar?

Trabajo todos los días sin darme cuenta
De lo que realmente sé hacer
Y nada de todo eso parece cambiar, pero va
Un hermoso día me desperté
La vida que nadie merece elegir
El jefe dice, ¡rápido o te despido, chico!

Puedes pensar que es inútil lo que hice
Más inútil será lo que haré
Ve ahora a buscar tu vida, mantente lejos
De la mía, haz lo que quieras hacer
No pensaré más en todo
Lo que siempre fui o al menos lo que creía ser
No mires atrás ahora o del tren
Te quedarás afuera, confía en mí, verás

Presta atención a lo que voy a decir
No hay nadie en quien confiar en el mundo
No ames a nadie o tendrás que dejarlo, ahí va
Solo tengo una cosa que decirte
No te quedes ahí esperando que suceda
La vida es corta solo para quien va despacio, aja

Puedes pensar que es inútil lo que hice
Más inútil será lo que haré
Ve ahora a buscar tu vida, mantente lejos
De la mía, haz lo que quieras hacer
No pensaré más en todo
Lo que siempre fui o al menos lo que creía ser
No mires atrás ahora o del tren
Te quedarás afuera, confía en mí, verás

Vas a ver

Escrita por: Andre Bahiense / Pedro Barral