Corpos pintados
No seio da mata, no centro da aldeia
Os guerreiros festejam dançando ao luar
Cunhantã menina, quem me apaixonou
Deus Tupã na aldeia consagrando o amor
Corpos pintados balançando ao luar
Ao redor da fogueira o Pajé a dançar
Ritual de magia em cores que iluminam
Dança e contagia porta cores menina
Danças proibidas, mitos esquecidos
Quando os portugueses vieram conquistar
As grandes colheitas foram destruídas
Por ferozes saúvas e os bravos mura
Corpos pintados balançando ao luar
Ao redor da fogueira o Pajé a dançar
Ritual de magia em cores que iluminam
Dança e contagia porta cores menina
Danças proibidas, mitos esquecidos
Quando os portugueses vieram conquistar
As grandes colheitas foram destruídas
Por ferozes saúvas e os bravos mura
Corpos pintados balançando ao luar
Ao redor da fogueira o Pajé a dançar
Ritual de magia em cores que iluminam
Dança e contagia porta cores menina
(bis)
Cuerpos pintados
En el seno de la selva, en el centro de la aldea
Los guerreros celebran bailando a la luz de la luna
Cunhantã niña, quien me enamoró
Dios Tupã en la aldea consagrando el amor
Cuerpos pintados balanceándose a la luz de la luna
Alrededor de la fogata el Pajé bailando
Ritual de magia en colores que iluminan
Baila y contagia puerta colores niña
Danzas prohibidas, mitos olvidados
Cuando los portugueses vinieron a conquistar
Las grandes cosechas fueron destruidas
Por feroces saúvas y los valientes mura
Cuerpos pintados balanceándose a la luz de la luna
Alrededor de la fogata el Pajé bailando
Ritual de magia en colores que iluminan
Baila y contagia puerta colores niña
Danzas prohibidas, mitos olvidados
Cuando los portugueses vinieron a conquistar
Las grandes cosechas fueron destruidas
Por feroces saúvas y los valientes mura
Cuerpos pintados balanceándose a la luz de la luna
Alrededor de la fogata el Pajé bailando
Ritual de magia en colores que iluminan
Baila y contagia puerta colores niña
(repetir)