Pague Pelos Seus Atos
Por pessoas safadas, inteiramente fodidas
Está chegando ao fim os seus velhos dias
Espero contando segundo por segundo
Até chegar sua morte, seu porco imundo
Suas atitudes apenas, nenhuma convincente
Mas por frente decente, age humildemente
Suas garras se escondem, diz ser um homem
Mas o respeito e consideração apenas somem
Meu ódio corrompe barreiras do infinito
Velho, estou movido de raiva, ensandecido
Considere, confiei, quase chamei de irmão
Mas a facada veio antes, como sem razão
Até hoje sangro perante minha lembrança
Difícil é esquecer a sua cara santa
Enquanto a noite eu não te vir fodido e traído
Sacaneado, humilhado, envergonhado
Caído na desgraça e derrotado
E finalmente morto, jogado a0 esgoto
Pra minha alegria e pro bem de todos
Tô ligado em sua fita já não é de hoje
Estou disposto a acabar com sua bela pose
Filho da pua canalha e ouças suas falhas
Sua língua é mais afiada d0 que cem navalhas
Você vai morrer pelos seus próprios danos
Pague pelos seus atos safado e morra no abandono
Chega de ser bonzinho, já demos mole demais
Safado, filho da puta, vamos jogá-lo pra trás
Você faz parte da escória, a vergonha da espécie
Matá-lo não é homicídio e sim controle da peste
Não preciso de um ferro pra fazer o serviço
Armistício é tudo que necessito
Muitas vezes eu já quis matar um homem
Você não é e nem vale o próprio prato que come
Câmbio negro tá na barca, x no vocal
Rei moleque de atitude, cirurgia moral
Rapaziada de preza que nem fodendo se entrega
Irmãos de fé sempre juntos pra detonar os pregos
Toda cabeça tem um preço, a sua é de graça
Suas atitudes o levaram a0 berço da desgraça
Descendente de Herodes obterá seu quinhão
Quimera mostro disforme, morrerá pelas próprias mãos
Toda raça tem a sua gente
E toda gente temo seu safado
Apenas não calo, não falho, não traio, trabalho, velho
Não sou nenhum otário, pergunte a quem conhece
Quem se esquece dos seus podres atos
E quem se lembra do seu bom passado
Duas caras não podem ser vistas em espelhos
Se vê na sua atitude, entre o nosso meio
Nos meus olhos eu vejo alguém desprezível
Aos olhos de todos o engano é possível
0 que se planta se colhe, você fez merecer
Semeou o seu fim, cultivou o seu padecer
Não espere bondade ou piedade no momento
Não mediu as consequências do seu sofrimento
Moralmente destruído, completamente fodido
Por mim e por meus amigos tornou-se inimigo
De ideias e atitudes se faz um homem
Rato são aqueles que apenas se escondem
Se identifica na vida uma mosca de ferida
0 seu erro foi de ter nascido um dia
O raciocínio é fácil, porém muito importante
Saiba aproveitar o seu último instante
Deus sabe o que faz e o que já fizemos
Se ele não te der um jeito, nós aqui daremos
0 que eu posso fazer é esperar acontecer
Sua morte é a minha única razão de viver
Tô ligad0 em sua fita já não é de hoje
Estou disposto a acabar com a sua bela pose
Filho da puta, canalha, ouça as suas falhas
Sua língua é mais afiada do que cem navalhas
Você vai morrer pelos seus próprios danos
Pague pelos seus atos, safado, e morra no abandono
Paga por tus Actos
Por gente tramposa, completamente jodida
Se acerca el fin de tus días pasados
Espero contando segundo a segundo
Hasta que llegue tu muerte, cerdo inmundo
Tus acciones, ninguna convincente
Pero por fuera decente, actúa humildemente
Tus garras se esconden, dice ser un hombre
Pero el respeto y consideración simplemente desaparecen
Mi odio corrompe barreras del infinito
Viejo, estoy lleno de rabia, enloquecido
Consideré, confié, casi te llamé hermano
Pero la puñalada llegó antes, sin razón
Hasta hoy sangro ante mi recuerdo
Difícil es olvidar tu rostro santo
Mientras no te vea jodido y traicionado
Engañado, humillado, avergonzado
Cayendo en desgracia y derrotado
Y finalmente muerto, arrojado al desagüe
Para mi alegría y el bien de todos
Estoy al tanto de tu juego, no es de ahora
Estoy dispuesto a acabar con tu fachada
Hijo de la gran p a, escucha tus fallas
Tu lengua es más afilada que cien navajas
Vas a morir por tus propios daños
Paga por tus actos, tramposo, y muere en el abandono
Basta de ser buenito, dimos demasiadas oportunidades
Tramposo, hijo de p a, vamos a mandarte al diablo
Eres parte de la escoria, la vergüenza de la especie
Matarte no es homicidio, es control de la peste
No necesito un fierro para hacer el trabajo
Un armisticio es todo lo que necesito
Muchas veces quise matar a un hombre
Tú no eres ni vales lo que comes
Cambio negro está en la barca, equis en el vocal
Rey chico de actitud, cirugía moral
La banda de respeto que jamás se entrega
Hermanos de fe siempre juntos para destrozar a los clavos
Toda cabeza tiene un precio, la tuya es gratis
Tus acciones te llevaron a la cuna de la desgracia
Descendiente de Herodes obtendrá su merecido
Quimera monstruo deforme, morirá por sus propias manos
Toda raza tiene su gente
Y toda gente tiene su tramposo
No me callo, no fallo, no traiciono, trabajo, viejo
No soy ningún tonto, pregúntale a quien conozca
Quién olvida sus actos podridos
Y quién recuerda su buen pasado
Dos caras no se ven en los espejos
Se ven en tu actitud, entre nosotros
En mis ojos veo a alguien despreciable
A los ojos de todos el engaño es posible
Lo que siembras, cosechas, tú lo mereciste
Sembraste tu final, cultivaste tu padecer
No esperes bondad o piedad en el momento
No mediste las consecuencias de tu sufrimiento
Moralmente destruido, completamente jodido
Para mí y mis amigos te has vuelto enemigo
De ideas y actitudes se forma un hombre
Ratas son aquellos que solo se esconden
Se identifica en la vida una mosca en la herida
Tu error fue haber nacido un día
El razonamiento es fácil, pero muy importante
Aprovecha tu último instante
Dios sabe lo que hace y lo que hemos hecho
Si él no te da una solución, nosotros la daremos
Lo único que puedo hacer es esperar que suceda
Tu muerte es mi única razón de vivir
Estoy al tanto de tu juego, no es de ahora
Estoy dispuesto a acabar con tu fachada
Hijo de p a, canalha, escucha tus fallas
Tu lengua es más afilada que cien navajas
Vas a morir por tus propios daños
Paga por tus actos, tramposo, y muere en el abandono