Prestando Contas
Quero que você não pare de queimar
Suas mentiras e tudo aquilo que construiu
O seu império sucumbiu e agora não pode mais respirar
Quero que as brazas que lhe sobraram, não possam apagar
Sinta toda a dor
Tente encontrar em meus sonhos, figuras que lhe respondam
Veja em meus olhos, veja em meus olhos
Quero que você não pare de queimar
Suas mentiras e tudo aquilo que construiu
O seu império sucumbiu e agora não pode mais respirar
Quero que as brazas que lhe sobraram, não possam apagar
Estado, mentira, sonhos, tudo jogado ao chão
Por isso quero que voce não pare de queimar
Veja o que aconteceu
Está tudo jogado ao chão
As coisas não estão no lugar
Nada mais é como antes
Me diga o que aconteceu
Me diga onde erramos
Pagarei todas as contas
Mas por favor, me deixe sozinho
Rendición de Cuentas
Quiero que no dejes de arder
Tus mentiras y todo lo que construiste
Tu imperio sucumbió y ahora no puedes respirar
Quiero que las brasas que te quedan no puedan apagarse
Siente todo el dolor
Intenta encontrar en mis sueños figuras que te respondan
Mira en mis ojos, mira en mis ojos
Quiero que no dejes de arder
Tus mentiras y todo lo que construiste
Tu imperio sucumbió y ahora no puedes respirar
Quiero que las brasas que te quedan no puedan apagarse
Estado, mentira, sueños, todo tirado en el suelo
Por eso quiero que no dejes de arder
Mira lo que sucedió
Está todo tirado en el suelo
Las cosas no están en su lugar
Nada es como antes
Dime qué pasó
Dime dónde fallamos
Pagaré todas las cuentas
Pero por favor, déjame solo
Escrita por: Marcus Azevedo