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Intruso

Claudio Agá

Intruso

Eu não consigo fitar seu rosto
Eu testo e brigo comigo
Mas não consigo em fitar seu rosto
Quando eu olho nos seus olhos sinto como se já fosse
Como se já estivesse lá
Como se entrasse ligeiro dentro dos seus olhos, entrasse na sua alma dentro de você
Parece que eu conheço tanto de você
Seus olhos são minha casa
Sua íris, o meu caminho
Seu verde meu bem querer
Verde? Cinza? Ou castanho?
De que cor é esta minha casa?
Se você nem me deixa te ver
As cores dos seus olhos mudam
Não muda o que sinto por você
Sempre que penetro nos seus olhos
Ou pulo a janela dos seus olhos
Sou um intruso a se deter
Eu me confesso pros seus olhos
Minha culpa são seus olhos
Que eu não consigo esquecer
Sou aquele intruso nos seus olhos
Que você insiste em não prender

Intruso

No puedo mirar tu rostro
Me enfrento y peleo conmigo
Pero no puedo mirar tu rostro
Cuando miro en tus ojos siento como si ya estuviera
Como si ya estuviera allí
Como si entrara rápidamente en tus ojos, entrara en tu alma dentro de ti
Parece que te conozco tanto
Tus ojos son mi hogar
Tu iris, mi camino
Tu verde, mi querer
¿Verde? ¿Gris? ¿O marrón?
¿De qué color es este mi hogar?
Si ni siquiera me dejas verte
Los colores de tus ojos cambian
Pero no cambia lo que siento por ti
Siempre que entro en tus ojos
O salto por la ventana de tus ojos
Soy un intruso a detener
Me confieso ante tus ojos
Mi culpa son tus ojos
Que no puedo olvidar
Soy ese intruso en tus ojos
Que tú insistes en no atrapar

Escrita por: Claudio Aga