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Cornudo Perturbador

Cláudio Galeno

Corno Perturbador

Levem este corno pra casa
Não deixe ele beber mais
É um corno perturbador
Enche a cara de birita
Não deixa ninguém em paz

Toda vez que eu estou bebendo
A minha cervejinha, para a mente aliviar
Este corno chega bêbado
Vem direto à minha mesa, somente me perturbar

Estou perdendo a paciência
Vou meter-lhe a mão nas venta
Deste corno beberrão

Castigo pra corno é pouco
O macho da mulher dele
Não sou eu, é o meu irmão

Castigo pra corno é pouco
Quem quebra a mulher dele
Não sou eu, é o meu irmão

Olhem o arrodeio dele
Como quem quer e não quer
Não tenho medo de corno
Eu sou cismado é com ele no meu pé

Cornudo Perturbador

Llévense este cornudo a casa
No lo dejen beber más
Es un cornudo perturbador
Se emborracha hasta el hartazgo
No deja a nadie en paz

Cada vez que estoy tomando
Mi cervecita, para aliviar la mente
Este cornudo llega borracho
Viene directo a mi mesa, solo para molestarme

Estoy perdiendo la paciencia
Le voy a dar un sopapo en la cara
A este cornudo bebedor

El castigo para un cornudo es poco
El macho de su mujer
No soy yo, es mi hermano

El castigo para un cornudo es poco
Quien se acuesta con su mujer
No soy yo, es mi hermano

Miren su rodeo
Como quien quiere y no quiere
No le tengo miedo a los cornudos
Lo que me preocupa es tenerlo a él encima de mí

Escrita por: Darcílio Gonzaga das Mercês (Dadá Di Moreno) / Carlos Geoval de Carvalho (Jeová de Carvalho)