Chão de Barro
Como estação onde abandonada já não chega o trem.
Meu coração há muito tempo não passa ninguém.
Nas marcas de um pneu de carro.
Eu sigo nesse chão de barro.
Nesse abandono fujo das lembranças da cidade.
E perco o sono tentando adormecer minha saudade.
Nas marcas de um pneu de carro.
Eu sigo nesse chão de barro.
Persigo as marcas da minha agonia.
Fantasma do que eu fui um dia.
No interior solidão tão verde da paisagem.
O meu amor corre o espaço em busca da sua imagem.
Nas marcas de um pneu de carro.
Eu sigo nesse chão de barro.
Persigo as marcas da minha agonia.
Fantasma do que eu fui um dia.
Chão de Barro
Como una estación donde ya no llega el tren abandonado.
Mi corazón hace mucho tiempo que no ve a nadie pasar.
En las marcas de una llanta de carro.
Sigo en este suelo de barro.
En este abandono huyo de los recuerdos de la ciudad.
Y pierdo el sueño intentando dormir mi nostalgia.
En las marcas de una llanta de carro.
Sigo en este suelo de barro.
Persigo las marcas de mi agonía.
Fantasma de lo que fui algún día.
En la soledad tan verde del paisaje del interior.
Mi amor recorre el espacio en busca de su imagen.
En las marcas de una llanta de carro.
Sigo en este suelo de barro.
Persigo las marcas de mi agonía.
Fantasma de lo que fui algún día.
Escrita por: Cláudio Gurgel / José Sergio Gurgel