Caminhos
Tantos passos espalhados pelo chão
Minhas pernas se cansaram de andar sem rumo
Só por precisão
A derrota bem clara diante do Pai tempo
As palavras nunca revelaram
O que não sei dizer
Minha alma se derrama qual cachoeira
Seus mistérios são minas, tesouros, labirintos
Pudesse explicar
Tão serena, um pouco Zen, Cristão, Budista
Imbuída de amores e todas as máscaras
Num constante vai e vem
A minha voz ecoa nas montanhas
Minha garganta é navalha
Pode te cortar
Sou forasteiro cheio de manha
Vivo das madrugadas e pelas manhãs
Não queira me amar
Passarinho, beijar-flor sem ninho
Já foram tantos os caminhos e pedras
Senderos
Tantos pasos esparcidos por el suelo
Mis piernas se cansaron de andar sin rumbo
Solo por necesidad
La derrota bien clara ante el Padre Tiempo
Las palabras nunca revelaron
Lo que no sé decir
Mi alma se derrama como cascada
Sus misterios son minas, tesoros, laberintos
Pudiera explicar
Tan serena, un poco Zen, Cristiano, Budista
Llena de amores y todas las máscaras
En un constante ir y venir
Mi voz resuena en las montañas
Mi garganta es navaja
Puede cortarte
Soy forastero lleno de astucia
Vivo de las madrugadas y por las mañanas
No quieras amarme
Pajarillo, colibrí sin nido
Han sido tantos los senderos y piedras
Escrita por: Claudio Zebarsy