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El Alfarero

Cleia Ramos

O OLEIRO

Venho a mim a palavra do Senhor dizendo
Desca a casa do oleiro quero contigo falar
Então me levante e obedeci sua voz
E para o endereço de Deus, comecei a caminhar
Chegando à casa do oleiro, parei para observar
Uma porção de barro que sobre as roas estava
E as mão do oleiro, nela faziam o seu querer
E um vaso novo do seu jeito ele formava

Mas depois de contemplar aquela cena
O vaso na mão do oleiro se quebrou
O oleiro tomando o vaso mesmo querbrado
Pôs sobre as rodas, e vaso novo ele formou

Daí então eu ouvi a voz de Deus
Será que eu não posso fazer contigo mesmo assim?
Como barro nas mãos do olerio assim sois vós
Faço o que quero meu poder não tem limites não tem fim

Vou te quebrar, te fazer de novo
E em minha casa serais um vaso novo
Desce pra olaria eu vou te modelar
Quando modelado fores eu vou te usar

Te quebro, amasso, desfaço, refaço
Dou o brilho com unção, você é meu
Não temas siga em frente, seja forte
Seja crente, cante e te alegra
E diga na terra que eu sou Deus

Chegando à casa do oleiro, parei para observar
Uma porção de barro que sobre as roas estava
E as mão do oleiro, nela faziam o seu querer
E um vaso novo do seu jeito ele formava

Mas depois de contemplar aquela cena
O vaso na mão do oleiro se quebrou
O oleiro tomando o vaso mesmo querbrado
Pôs sobre as rodas, e vaso novo ele formou

Daí então eu ouvi a voz de Deus
Será que eu não posso fazer contigo mesmo assim?
Como barro nas mãos do olerio assim sois vós
Faço o que quero meu poder não tem limites não tem fim

Vou te quebrar, te fazer de novo
E em minha casa serais um vaso novo
Desce pra olaria eu vou te modelar
Quando modelado fores eu vou te usar

Te quebro, amasso, desfaço, refaço
Dou o brilho com unção, você é meu
Não temas siga em frente, seja forte
Seja crente, cante e te alegra
E diga na terra que eu sou Deus

El Alfarero

Viene a mí la palabra del Señor diciendo
Desciende a la casa del alfarero, quiero hablar contigo
Entonces me levanté y obedecí su voz
Y hacia el lugar de Dios, comencé a caminar
Al llegar a la casa del alfarero, me detuve a observar
Un montón de barro que sobre las ruedas estaba
Y las manos del alfarero, en él hacían su querer
Y un vaso nuevo a su manera él formaba

Pero después de contemplar aquella escena
El vaso en la mano del alfarero se rompió
El alfarero tomando el vaso aún quebrado
Lo puso sobre las ruedas, y un vaso nuevo formó

Entonces escuché la voz de Dios
¿Acaso no puedo hacer contigo lo mismo?
Como barro en las manos del alfarero así sois vosotros
Hago lo que quiero, mi poder no tiene límites, no tiene fin

Te voy a romper, te haré de nuevo
Y en mi casa serás un vaso nuevo
Desciende a la alfarería, te voy a modelar
Cuando estés modelado, te voy a usar

Te rompo, te aplasto, deshago, rehago
Te doy brillo con unción, tú eres mío
No temas, sigue adelante, sé fuerte
Sé creyente, canta y alégrate
Y di en la tierra que yo soy Dios

Al llegar a la casa del alfarero, me detuve a observar
Un montón de barro que sobre las ruedas estaba
Y las manos del alfarero, en él hacían su querer
Y un vaso nuevo a su manera él formaba

Pero después de contemplar aquella escena
El vaso en la mano del alfarero se rompió
El alfarero tomando el vaso aún quebrado
Lo puso sobre las ruedas, y un vaso nuevo formó

Entonces escuché la voz de Dios
¿Acaso no puedo hacer contigo lo mismo?
Como barro en las manos del alfarero así sois vosotros
Hago lo que quiero, mi poder no tiene límites, no tiene fin

Te voy a romper, te haré de nuevo
Y en mi casa serás un vaso nuevo
Desciende a la alfarería, te voy a modelar
Cuando estés modelado, te voy a usar

Te rompo, te aplasto, deshago, rehago
Te doy brillo con unción, tú eres mío
No temas, sigue adelante, sé fuerte
Sé creyente, canta y alégrate
Y di en la tierra que yo soy Dios

Escrita por: Samuel Mariano