Papel Reclame
Assim também já é demais
Eu não consigo viver em paz
Ainda existe um porém
Porque, meu bem
Não me meto na vida de ninguém
Assim também já é demais
Assim também já é demais
E eu não consigo viver em paz
Ainda existe um porém
Porque, meu bem
Não me meto na vida de ninguém
Fazem de mim papel reclame
Sem pensar no vexame que me possa ferir
Ó Deus, castigai os infames
Que falam da vida dos outros por aí
Ó Deus, castigai os infames
Que falam da vida dos outros por aí
Assim também já é demais
Assim também já é demais
E eu não consigo viver em paz
Ainda existe um porém
Porque, meu bem
Não me meto na vida de ninguém
Fazem de mim papel reclame
Sem pensar no vexame que me possa ferir
Ó Deus, castigai os infames
Que falam da vida dos outros por aí
Ó Deus, castigai os infames
Que falam da vida dos outros por aí (ai meu Deus!)
Ó Deus, castigai os infames
Que falam da vida dos outros por aí (ui meu Deus!)
Ó Deus, castigai os infames
Que falam da vida dos outros por aí
Recuperar papel
Esto también es demasiado
no puedo vivir en paz
Todavía hay una trampa
porque bebe
No me meto en los asuntos de nadie
Esto también es demasiado
Esto también es demasiado
Y no puedo vivir en paz
Todavía hay una trampa
porque bebe
No me meto en los asuntos de nadie
Me hacen denunciante
Sin pensar en la vergüenza que podría lastimarme
Oh Dios, castiga a los infames
Que hablan de la vida de otras personas por ahí
Oh Dios, castiga a los infames
Que hablan de la vida de otras personas por ahí
Esto también es demasiado
Esto también es demasiado
Y no puedo vivir en paz
Todavía hay una trampa
porque bebe
No me meto en los asuntos de nadie
Me hacen denunciante
Sin pensar en la vergüenza que podría lastimarme
Oh Dios, castiga a los infames
Que hablan de la vida de otras personas por ahí
Oh Dios, castiga a los infames
Que hablan de la vida de otras personas (¡Dios mío!)
Oh Dios, castiga a los infames
Que hablan de la vida de otras personas por ahí (¡Dios mío!)
Oh Dios, castiga a los infames
Que hablan de la vida de otras personas por ahí
Escrita por: Nelson Sargento