Incompatibilidade de Gênios
Doutor, jogava o Flamengo, eu queria escutar
Chegou, mudou de estação, começou a cantar
Tem mais um cisco no olho, ela em vez de assoprar
Sem dó falou que por ela eu podia cegar
Se eu dou um pulo, um pulinho, um instantinho no bar
Bastou, durante dez noites me faz jejuar
Levou as minhas cuecas pro bruxo rezar
Coou meu café na calça pra me segurar
Se eu tô, ai, se eu tô
Devendo um dinheiro e veio um me cobrar
E vem um me cobrar
Doutor, ai, doutor
A peste abre a porta e ainda manda sentar
Ainda manda sentar
Depois, se eu mudo de emprego que é pra melhorar
Vê só, convida a mãe dela pra ir morar lá
Doutor, ai, doutor
Se eu peço feijão ela deixa salgar
Calor, mas veste casaco pra me atazanar
Que é pra me atazanar
E hoje, sonhando comigo mandou eu jogar
E mandou eu jogar
No burro e deu na cabeça a centena e milhar
Quero me separar
Incompatibilidad de Genios
Doctor, Flamengo jugó, quería escuchar
Llegó, cambió de emisora, empezó a cantar
Hay otra mota en su ojo, en lugar de soplar
Sin piedad dijo que por ella podía quedarme ciego
Si doy un salto, un saltito, un momento en la barra
Fue suficiente, por diez noches me hizo ayunar
Le llevó mi ropa interior al mago para orar
Coló mi café a través de sus pantalones para detenerme
Si lo soy, oh, si lo soy
Debia dinero y alguien vino a cobrarme
Y alguien viene a cobrarme
Doctor, ay, doctor
La plaga abre la puerta y aún te ordena que te sientes
Todavía ordeno sentarme
Entonces si cambio de trabajo es para mejorar
Compruébalo, invita a su madre a vivir allí
Doctor, ay, doctor
Si le pido frijoles me deja salar
Caliente, pero usa un abrigo para molestarme
¿Qué me molesta?
Y hoy soñando conmigo me dijo que jugara
Y me dijo que jugara
Sobre el burro y golpeando la cabeza ciento mil
quiero separarme
Escrita por: João Bosco / Aldir Blanc