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Yo no soy tu comodín

Cleyton e Cristiane

Eu Não Sou Baralho Seu

Você me usa quando precisa
E me recusa quando mais lhe quero
Você me quer quando tem desejos
E me joga aos pés quando lhe espero

Você me aceita quando está na fossa
De mim aproveita pra curar a dor
Você me procura nas suas vontades
E me censura depois do amor

Não sei o que devo fazer
Para compreender seu modo de agir
Você diz que me ama e me adora
Daí meia hora me manda sumir

Não, querida
Não vou mais curar o seu tédio
Fique sabendo que não sou remédio
Chegamos ao fim, minha doce amada

Não, querida
Não vou ser mais o seu quebra-galho
Eu não sou coringa do baralho
Que você usa em qualquer jogada

Não, querida
Não vou mais curar o seu tédio
Fique sabendo que não sou remédio
Chegamos ao fim, minha doce amada

Não, querida
Não vou ser mais o seu quebra-galho
Eu não sou coringa do baralho
Que você usa em qualquer jogada

Yo no soy tu comodín

Me utilizas cuando me necesitas
Y me rechazas cuando más te quiero
Me quieres cuando tienes deseos
Y me tiras al suelo cuando te espero

Me aceptas cuando estás deprimida
De mí aprovechas para sanar el dolor
Me buscas en tus caprichos
Y me censuras después del amor

No sé qué debo hacer
Para entender tu forma de actuar
Dices que me amas y me adoras
Y luego, a los treinta minutos, me pides que desaparezca

No, querida
Ya no voy a curar tu aburrimiento
Debes saber que no soy medicina
Hemos llegado al final, mi dulce amada

No, querida
No seré más tu parche
Yo no soy el comodín de la baraja
Que usas en cualquier jugada

No, querida
Ya no voy a curar tu aburrimiento
Debes saber que no soy medicina
Hemos llegado al final, mi dulce amada

No, querida
No seré más tu parche
Yo no soy el comodín de la baraja
Que usas en cualquier jugada

Escrita por: Cleyton / Cristiane