O Porão
Ao construir uma casa sobradada
Um palacete ou um rico casarão
Para aguentar toda a construção pesada
Tem que ser forte as colunas do porão
Depois da casa terminada, o seu dono
Põe mil enfeites e decorações até
Porém esquece sem pintura, no abandono
O porão que mantém a casa em pé
Pensando bem, essa história do porão
Tem semelhança com o nosso lavrador
Porque é ele o alicerce da nação
E pouca gente reconhece seu valor
Sua colheita no mercado brasileiro
Traz agasalho e alimento a mais de mil
Por isso eu digo que os braços do roceiro
São as colunas que sustentam o Brasil
Pensando bem, essa história do porão
Tem semelhança com o nosso lavrador
Porque é ele o alicerce da nação
E pouca gente reconhece seu valor
Sua colheita no mercado brasileiro
Traz agasalho e alimento a mais de mil
Por isso eu digo que os braços do roceiro
São as colunas que sustentam o Brasil
El Sótano
Al construir una casa de dos pisos
Un palacete o una mansión rica
Para soportar toda la construcción pesada
Las columnas del sótano deben ser fuertes
Después de que la casa esté terminada, su dueño
Coloca mil adornos y decoraciones
Pero olvida sin pintura, en el abandono
El sótano que mantiene la casa en pie
Pensándolo bien, esta historia del sótano
Se asemeja a nuestro agricultor
Porque él es el cimiento de la nación
Y poca gente reconoce su valor
Su cosecha en el mercado brasileño
Trae abrigo y alimento a más de mil
Por eso digo que los brazos del campesino
Son las columnas que sostienen a Brasil
Pensándolo bien, esta historia del sótano
Se asemeja a nuestro agricultor
Porque él es el cimiento de la nación
Y poca gente reconoce su valor
Su cosecha en el mercado brasileño
Trae abrigo y alimento a más de mil
Por eso digo que los brazos del campesino
Son las columnas que sostienen a Brasil
Escrita por: Benedito Seviero / Tomaz