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La Tapioca de la Abuela

Cleyton Silva, o Sanfoneiro do Povo

Tapioca da Vovó

Analisando tanta coisa e ilusão
Tanta gente rica falando em depressão
Mim lembro quando eu morava lá em vó

Lá nóis tinha tanta muita coisa mesmo não
Plantava o milho o arroz e o feijão
Mais tinha tudo não faltava nada
Não

O dinheiro era pouco, muito pouco
Quase nada, mais amor nunca faltava
Tanto sacrifício mais sua educação
Ela sempre ensinava

Eu fico vendo tanta gente se iludindo, se afogando
Quase sempre por nada, e WhatsApp TikTok Instagran
Meu irmão de nada o tempo passa!
Recebi um convite aqui seu doutor
E o melhor que eu faço meu Senhor, oh, oh

Eu vou comer a tapioca da vovó
Pois nessa vida não há tempero melhor
Né mim convide para suas distrações
Eu vou comer a tapioca da vovó

La Tapioca de la Abuela

Analizando tantas cosas y la ilusión
Tanta gente rica hablando de depresión
Me acuerdo cuando vivía con mi abuela

Allí teníamos tantas cosas, de verdad
Cultivábamos maíz, arroz y frijoles
Pero teníamos todo, no faltaba nada
No

El dinero era poco, muy poco
Casi nada, pero el amor nunca faltaba
Tanto sacrificio, pero su educación
Ella siempre enseñaba

Veo tanta gente ilusionándose, ahogándose
Casi siempre por nada, y WhatsApp, TikTok, Instagram
¡Hermano, el tiempo pasa por nada!
Recibí una invitación aquí, su doctor
Y lo mejor que hago, mi Señor, oh, oh

Voy a comer la tapioca de la abuela
Porque en esta vida no hay mejor sazón
No me invites a tus distracciones
Voy a comer la tapioca de la abuela

Escrita por: Cleyton Silva, Romário Dantas