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Ceguera

Coerção

Cegueira

Sou escravo da minha mente,
Em manhãs tão bonitas.
Me pedem sossego, e um pouco de
expressão.
A maior parte do tempo, ela é
usada em vão, para casos perdidos.
Sem alguma Aflição.

Refrão (2x)
Julgado louco aquele que faz o que quer!
É totalmente racional acomodado viver...

Não posso cuspir no chão mais vocês
podem arrancar as minhas paisagens!
Eu sou chato por ser sincero enquanto
vocês são tão lindos mentindo.
GRITANDO LIBERDADE
com um baseado na mão!
Furando a fila da balada, cheios
de munição.

Minha mente é uma arma
e eu não faço idéia!
Por dentro não sangra mais é por
onde Mata!

Ceguera

Soy esclavo de mi mente,
En mañanas tan hermosas.
Me piden tranquilidad, y un poco de
expresión.
La mayor parte del tiempo, se
usa en vano, para casos perdidos.
Sin alguna Aflicción.

Coro (2x)
¡Juzgado loco aquel que hace lo que quiere!
¡Es totalmente racional conformarse con vivir...

¡No puedo escupir en el suelo pero ustedes
pueden arrancar mis paisajes!
Soy molesto por ser sincero mientras
ustedes son tan hermosos mintiendo.
¡GRITANDO LIBERTAD
con un porro en la mano!
Colándose en la fila de la fiesta, llenos
de munición.

Mi mente es un arma
¡y no tengo idea!
Por dentro ya no sangra, es por
donde Mata!

Escrita por: Gabriel Afonso