Nazaré
Subiu desvairada
Rodopiou no ar
Fez uma bananada
Me obrigou a tomar
Disse que não me largaria
Mas chegou na escadaria
Ela quis me atirar
Nazaré pilantra mulher piranha
Me tira do teu pensamento
Que eu já não sou mais detento do teu coração
Chegou apressada
Quase que sem ar
Com a roupa amassada
Quis me desdobrar
Disse que estava com uma amiga
Mas eu já sabia
Que ela estava a vadiar
Me fez um carinho
Quis me enganar comprou um chumbinho
Tentou me envenenar
Pois estava esperto
Por que aquele terno
Não estava por acaso lá
Nazaré
Subió descontrolada
Giró en el aire
Hizo un desastre
Me obligó a beber
Dijo que no me dejaría
Pero llegó a la escalera
Quiso arrojarme
Nazaré, mujer tramposa, mujer zorra
Sácame de tu mente
Porque ya no soy prisionero de tu corazón
Llegó apurada
Casi sin aliento
Con la ropa arrugada
Quiso desplegarme
Dijo que estaba con una amiga
Pero yo ya sabía
Que estaba de parranda
Me acarició
Quiso engañarme, compró un chumbinho
Intentó envenenarme
Pero estaba alerta
Porque ese traje
No estaba ahí por casualidad
Escrita por: Tiago Andrade