Carcaça
Andandando em todo lugar e a nossa volta
Eles se escondem muito bem nessas carcaças
Desde quando a história começou
Sou o reflexo do imaterial
Sei que você já ouviu dizer mas continua
De olhos bem fechados preso na caverna
Desde quando a história começou
Sou reflexo do imaterial
Pois tudo que eu vejo antes de vir a ser
Já existia no outro campo que ninguém vê
Se a mente é quem cria e o corpo é quem faz, o molde da sua vida é imaterial
Se o corpo é uma carcaça movida a ambição, a chave dessa porta é a compreensão
Não, não quero abrir mão
Dessas correntes
Não, não quero abrir mão
Do que te prende
Mesmo sabendo que é melhor abrir mão
Sigo sofrendo por nunca abrir mão
Carcasa
Caminando por todas partes y a nuestro alrededor
Ellos se esconden muy bien en esas carcasas
Desde que la historia comenzó
Soy el reflejo de lo inmaterial
Sé que ya has escuchado pero sigues
Con los ojos bien cerrados, atrapado en la cueva
Desde que la historia comenzó
Soy reflejo de lo inmaterial
Porque todo lo que veo antes de existir
Ya estaba en el otro campo que nadie ve
Si la mente crea y el cuerpo ejecuta, el molde de tu vida es inmaterial
Si el cuerpo es una carcasa impulsada por la ambición, la clave de esta puerta es la comprensión
No, no quiero renunciar
A estas cadenas
No, no quiero renunciar
A lo que te ata
Aunque sé que es mejor renunciar
Sigo sufriendo por nunca renunciar
Escrita por: Lucas Guerra