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Riéndose tanto que dolió

Colid

Dando Risada do Tanto Que Doeu

Quando o Sol ardendo quente fizer a pele escaldar
Quando o vento soprar forte e deixar tudo em ruínas
Com os pés descalços se lembrará do que esqueceu
Nada fica, nada volta, nada é seu

No final da estrada nós vamos ver
Tudo que a gente já um dia fez
Dando risada do tanto que doeu
Abrir mão daquilo que nunca foi meu

Mas enquanto houver fôlego, enquanto houver ar
Haverá o movimento, inspira, prende e solta o ar
Impermanência, contrariando à fixação
Faz a morte ser mera transformação

No final da estrada nós vamos ver
Tudo que a gente já um dia fez
Dando risada do tanto que doeu
Abrir mão daquilo que nunca foi meu

Eu sei que às vezes dói ouvir a verdade
Escute bem, escute bem
Dessa vida você não vai levar nada
Nada aqui é seu

No final da estrada nós vamos ver
Tudo que a gente já um dia fez
Dando risada do tanto que doeu
Abrir mão daquilo que nunca foi meu

Riéndose tanto que dolió

Cuando el Sol ardiente queme la piel
Cuando el viento sople fuerte y deje todo en ruinas
Con los pies descalzos recordarás lo que olvidaste
Nada queda, nada vuelve, nada es tuyo

Al final del camino veremos
Todo lo que alguna vez hicimos
Riéndonos tanto que dolió
Renunciar a lo que nunca fue mío

Pero mientras haya aliento, mientras haya aire
Habrá movimiento, inspira, retén y suelta el aire
Impermanencia, desafiando la fijación
Hace que la muerte sea mera transformación

Al final del camino veremos
Todo lo que alguna vez hicimos
Riéndonos tanto que dolió
Renunciar a lo que nunca fue mío

Sé que a veces duele escuchar la verdad
Escucha bien, escucha bien
De esta vida no te llevarás nada
Nada aquí es tuyo

Al final del camino veremos
Todo lo que alguna vez hicimos
Riéndonos tanto que dolió
Renunciar a lo que nunca fue mío

Escrita por: Colid