Samba-Enredo 2008 - Catopês do Milho Verde de Escravo a Rei da Festa
Quilombo espalhou suas raízes
E fez sua semente germinar
Em ricas terras mineiras
Do milho verde vem o canto pelo ar
Grupos de negros legendários
Catôpes tradicionais
Fazem do festejo do rosário
Cenários dos nossos ancestrais
É bambaquere que faz o corpo remexe
É bambabalá, que sacode pra lá e pra cá
É arruda e guiné
Espantando todo mau olhar
Em forma de quilombo na avenida
Colorado se agita no desfile principal
E vem, vem mostrar ao mundo inteiro
Que o negro brasileiro
Canta e livre faz seu carnaval
Cantando amor eu vou, porque feliz estou
É que a felicidade não tem cor.
É manhã de paz
Que abraça e faz as peles mais unidas
Que beleza
Não criou raças, deus apenas criou vidas
Samba-Enredo 2008 - Catopês del Maíz Verde de Esclavo a Rey de la Fiesta
Quilombo esparció sus raíces
Y hizo germinar su semilla
En ricas tierras de Minas Gerais
Del maíz verde viene el canto por el aire
Grupos de negros legendarios
Catópes tradicionales
Hacen del festejo del rosario
Escenarios de nuestros ancestros
Es bambaquere que hace que el cuerpo se mueva
Es bambabalá, que sacude de un lado a otro
Es arruda y guiné
Espantando todo mal de ojo
En forma de quilombo en la avenida
Colorado se agita en el desfile principal
Y viene, viene a mostrar al mundo entero
Que el negro brasileño
Canta y libre hace su carnaval
Cantando amor voy, porque feliz estoy
Es que la felicidad no tiene color.
Es mañana de paz
Que abraza y hace las pieles más unidas
Qué belleza
No creó razas, Dios solo creó vidas
Escrita por: Dom Marcos / Edinho / Minho / Rona Gonzaguinha / Xixa