Um passado tão chagado penso até em desistir
Janelas do meu quarto que insistem em não abrir
Mas na mesa alguém pregado numa Cruz, que insiste em persistir
Uma mulher em frente aos cravos e um servo ao seu lado que falam a repetir
Que é no escuro que luzes se acendem
Que é no silêncio que vozes te dizem
Que não haverá, nem terá Amor, igual ao Teu!
Que é no escuro que luzes se acendem
Que é no silêncio que vozes te dizem
Que não haverá, nem terá Amor, igual ao Teu!
Um passado tão chagado penso até em desistir
Janelas do meu quarto que insistem em não abrir
Mas na mesa alguém pregado numa Cruz, que insiste em persistir
Uma mulher em frente aos cravos e um servo ao seu lado que falam a repetir
Que é no escuro que luzes se acendem
Que é no silêncio que vozes te dizem
Que não haverá, nem terá Amor, igual ao Teu!
Que é no escuro que luzes se acendem
Que é no silêncio que vozes te dizem
Que não haverá, nem terá Amor, igual ao Teu!