Merovíngio
Um par de pílulas não vai me saciar
Dois mundos nunca vão me mudar
Espírito quebrado no meu corpo
Tentáculos plantam seu veneno de novo
Preso no limbo eu vejo você
Vejo a fonte, vejo o sacrifício
Cérebro sintético se multiplicando
Esperado desde o início
O que me faz real?
O que te faz normal?
O que me faz real?
O que te faz normal?
Quem não luta também não cai
Não sabe o gosto da vitória
Quem é você pra dizer
O que eu devo ou não fazer?
Qualquer dia, qualquer hora
Qualquer coisa não demora
Sua mente é o seu corpo
Consumindo o seu escopo
O que me faz real?
O que te faz normal?
O que me faz real?
O que te faz normal?
Humanos desertores da raça
Joguei fora meu olhar e sua graça
Desequilíbrio, fracasso, dúvida, desgasto
É assim que a história termina?
Recomponho meus pedaços, sem tempo nem compasso
Nem tudo é só neblina
Humanos desertores da raça
Joguei fora meu olhar e sua graça
Merovíngio
Un par de pastillas no me va a satisfacer
Dos mundos nunca me van a cambiar
Espíritu quebrado en mi cuerpo
Tentáculos plantan su veneno de nuevo
Atrapado en el limbo te veo
Veo la fuente, veo el sacrificio
Cerebro sintético multiplicándose
Esperado desde el principio
¿Qué me hace real?
¿Qué te hace normal?
¿Qué me hace real?
¿Qué te hace normal?
Quien no lucha tampoco cae
No sabe el sabor de la victoria
¿Quién eres tú para decirme
Qué debo o no debo hacer?
Cualquier día, cualquier hora
Cualquier cosa no tarda
Tu mente es tu cuerpo
Consumiendo tu alcance
¿Qué me hace real?
¿Qué te hace normal?
¿Qué me hace real?
¿Qué te hace normal?
Humanos desertores de la raza
Tiré lejos mi mirada y su gracia
Desequilibrio, fracaso, duda, desgaste
¿Así es como termina la historia?
Recompongo mis pedazos, sin tiempo ni compás
No todo es solo neblina
Humanos desertores de la raza
Tiré lejos mi mirada y su gracia