És Cadavérico!
És cadavérico!
Cada vez mais, deveras cadavérico!
És cadavérico!
Deveras pra caralho!
Nesse mundo clorofórmico em que vives
Em cada cabeça cabe o quanto conta o conde
Queres ser cada coisa que nem me conte
Mas és passado
és desbotado
és atirado
escada abaixo
és cadavérico!
cada vez mais deveras, cadavérico!
És cadavérico!
Deveras pra caralho
¡Es Cadavérico!
¡Es cadavérico!
Cada vez más, realmente cadavérico
¡Es cadavérico!
¡Realmente malditamente cadavérico!
En este mundo clorofórmico en el que vives
En cada cabeza cabe cuánto cuenta el conde
Quieres ser cada cosa que ni me cuentes
Pero eres pasado
Eres desteñido
Eres tirado
Escalera abajo
¡Eres cadavérico!
Cada vez más realmente, cadavérico!
¡Es cadavérico!
¡Realmente malditamente cadavérico!
Escrita por: Bruna Buschle / Ivan Halfon