Labiríntica
Bestas camufladas, Bestas camufladas
Bestas comem fadas, Bestas comem fadas
Sou prisioneiro de mim
Em corredores no breu
Fantasmagóricas vozes
Que se afundam no eu
E se enterram, e se afogam
No que é o lastro do meu
Navio flamejante
Que se consome e me transforma no cais do caos
Cores fantásticas
Vidas elásticas
Que se deformam em aberrações
Sonhos ferozes
Monstros Atlânticos
Demônios espaciais
Vizinhos pacíficos
Vão povoando aos poucos os meus abissais
Não há pra onde ir
Não há pra onde fugir
Não há saída aqui
Meu mundo é o pingo do i.
Labiríntica
Bestias camufladas, Bestias camufladas
Bestias devoran hadas, Bestias devoran hadas
Soy prisionero de mí
En pasillos en la oscuridad
Voces fantasmagóricas
Que se sumergen en el yo
Y se entierran, y se ahogan
En lo que es el lastre de mi
Barco en llamas
Que se consume y me transforma en el muelle del caos
Colores fantásticos
Vidas elásticas
Que se deforman en aberraciones
Sueños feroces
Monstruos Atlánticos
Demonios espaciales
Vecinos pacíficos
Van poblando poco a poco mis abismales
No hay a dónde ir
No hay a dónde huir
No hay salida aquí
Mi mundo es el punto sobre la i.